Saiba quais são os impactos dos marketplaces na vida dos microempreendedores

Saiba quais são os impactos dos marketplaces na vida dos microempreendedores
Com a pandemia, os marketplaces se destacaram como importantes viabilizadores da digitalização de pequenos negócios. Mas, assim como estar no ambiente digital, micro e pequenos empreendedores precisam entender também como usar essas plataformas a seu favor. Pensando nisso, em seu aniversário de 13 anos – que é comemorado no dia do artesão – 19 de março -, como forma de homenagem -, o Elo7 , maior marketplace de produtos criativos do país, resolveu presentear esse profissionais e também os microempreendedores com informações exclusivas sobre empreendedorismo digital coletadas pela Opinion Box a pedido da plataforma.

Com a iniciativa, o Elo7 pretende sinalizar oportunidades a serem exploradas por esses profissionais. Isso porque, segundo Carlos Curioni, CEO do Elo7, além de unir artesãos a consumidores de produtos criativos – gratuitamente -, o marketplace se preocupa em dar suporte de uma forma geral aos Empreendedores Individuais, MEIs e PMEs, e orientá-los quanto a futuras estratégias de vendas, marketing e, principalmente, planejamento. “Esse propósito norteou a evolução da empresa ao longo dos anos, e não seria agora, em plena crise causada pelo coronavírus, que o Elo7 deixaria de trazer soluções e respostas aos lojistas”, explica.

Perfil dos Empreendedores

O Elo7, que conta com mais de 130 mil vendedores cadastrados, mantém, desde sua fundação, seus esforços concentrados em ajudar empreendedores que enfrentam dificuldades no mercado de trabalho. Para se ter uma ideia, dos cadastrados na plataforma, 24% são artesãos, 38% são MEIs e 20% autônomos que vêem o Elo7 como uma importante ferramenta que os conecta aos consumidores de itens criativos e lhes permite digitalizar suas vendas sem pagar nada. E vale destacar que, nesse espaço democrático que é o Elo7 – na contramão do mercado no qual 51% dos empreendedores são mulheres, e 49% homens -, as mulheres se destacam como empreendedoras, gestoras de seus próprios negócios, e são maioria, representando 85% dos lojistas, ante 15% dos homens. Esse ponto se mostra bastante relevante a elas, pois, segundo a Rede Mulher Empreendedora, grande parte das brasileiras opta por empreender, para ter mais flexibilidade de horários e conseguir conciliar trabalho com família, e no Elo7, por exemplo, 62% dos vendedores afirmaram ter filhos.

Ainda sobre flexibilidade e conciliar vida profissional e pessoal, o levantamento revelou também que os empreendedores criativos do Elo7 têm buscado mais qualidade de vida e, por tal motivo, têm apostado nas vendas online. 80% responderam que ter um negócio digital é interessante para poder trabalhar com o que gosta, 79% para poder trabalhar de casa, 73% ter um horário mais flexível, 63% estar mais perto da família, e 61% para poder ser o próprio chefe.

O fator idade também fica de lado no Elo7, onde todos têm as mesmas oportunidades. A porcentagem de pessoas com mais idade, que vêem no Elo7 uma forma de continuar no mercado, por exemplo, está em 23% entre os que têm 50 anos ou mais, 31% têm de 40 a 49 anos, e 33% têm entre 25 e 29 anos.

E quando o assunto é onde estão e de onde trabalham, nada de fronteiras ou impedimentos. Qualquer limitação passa bem longe do marketplace, que conta com lojistas em cerca de 3500 cidades do Brasil, 36% atuando do interior do estado – número acima da média dos empreendedores do mercado em geral, que é de 24%.

Ainda falando sobre os lugares de onde os empreendedores do Elo7 atuam, mas agora de forma mais específica, 75% disseram que trabalham de casa mesmo, e 83% afirmaram que trabalham sozinhos, número bem acima da média do mercado em geral, que está em 55% – o que significa que 8 em cada 10 empreendedores do Elo7 ficam encarregados de cuidar da divulgação da empresa, do marketing, da compra de materiais, como podemos ver no gráfico abaixo:

Vendas online

62% dos vendedores do Elo7 disseram que comercializam seus produtos só pela internet. Para 49% deles, as vendas do negócio digital representam a principal fonte de renda, e para 40%, são uma renda extra – o que destaca a importância do Elo7 aos produtores de itens autorais. No mercado em geral, a porcentagem de empreendedores que têm seu negócio digital como principal fonte de renda não passa de 25%. A maioria deles, 59%, vende online para obter apenas uma renda extra.

Como os empreendedores do Elo7 trabalham com itens autorais, personalizados e, muitas vezes, feitos à mão, acabam desprendendo muito mais tempo na confecção e divulgação dos produtos, que os vendedores do mercado em geral. Com isso, o Elo7 se faz cada vez mais presente – e se mostra fundamental – por oferecer suporte em questões administrativas e de marketing, por exemplo.
Esse levantamento – que traz à tona diferenciais dos empreendedores do Elo7, e áreas nas quais é interessante eles receberem mais suporte -, é mais uma ação dentre as várias do Elo7 para identificar e desenvolver mais soluções que possam otimizar ainda mais a rotina desses profissionais. Desde o início da pandemia, por exemplo, a empresa investiu em relatórios mensais de consumo, para nortear os lojistas, intensificou o número de lives, treinamentos e a produção guias e posts no blog sobre marketing para ajudar todos a se adequarem a esse novo momento do varejo online, e atenderem a demanda dos mais de 24 milhões de visitantes/mês do Elo7.

E os artesãos que estavam acostumados a vender seus produtos nas tradicionais feiras de artesanato, também puderam contar com o suporte do marketplace. Gratuitamente, o Elo7 passou a oferecer páginas online na plataforma para esses eventos, e as tradicionais barraquinhas se tornaram lojas virtuais – garantindo o sustento desses microempreendedores, e propagando a cultura local.

Para Carlos Curioni, CEO do Elo7, é fundamental não só apresentar opções para vendas online aos que trabalham com produtos criativos, mas também auxiliá-los a compreender o mercado, traçar estratégias, e oferecer a eles ferramentas e conhecimento para eles desbravarem esse ambiente digital da melhor maneira possível. “A internet proporciona inúmeras facilidades aos lojistas. Mas para muitos, lidar com ela não é fácil. E é aí que nós entramos, para contribuir com soluções”, conclui.
 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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