Procura por alarmes monitorados aumenta durante a pandemia

Procura por alarmes monitorados aumenta durante a pandemia

A Verisure – líder europeia em soluções de alarmes monitorados – observou que a preocupação com a segurança física e patrimonial cresceu ainda mais durante a crise provocada pela pandemia da Covid-19. Desde que a pandemia teve início, a Verisure registrou aumento de quase 50% no interesse por um alarme monitorado, principalmente na capital de São Paulo, assim como no interior e litoral do estado. Cidades como Campinas, Ribeirão Preto e Sorocaba mais que dobraram o número de pessoas interessadas pela tecnologia de segurança.

“A Covid-19 impactou fortemente a rotina das pessoas, e uma das grandes mudanças observadas por nós foi o aumento dos cuidados em relação à segurança por meio do uso de tecnologias mais avançadas, como os alarmes monitorados fornecidos pela Verisure”, explica Mariana Maaze, diretora de Marketing.

A informação é confirmada pela ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança, fonte brasileira para o setor. De acordo com levantamento divulgado pela Associação em abril de 2020, nos últimos dez anos o mercado vem crescendo com taxas médias anuais de 10%, embora o potencial seja ainda maior. No estudo, foram ouvidas 227 empresas, o equivalente a 2% do setor de monitoramento no País, e os resultados mostraram que os sistemas de alarmes monitorados representam 23% do setor e a procura por soluções de segurança cresceu 40%.

Na percepção da Verisure, as pessoas que começaram a trabalhar todos os dias de casa, em virtude do isolamento social, sentiram-se mais motivadas a buscar proteção adicional para suas casas.

De acordo com informações divulgadas na mídia, muitas das pessoas que passaram a trabalhar em regime de home office optaram por se transferir temporariamente para cidades mais afastadas, como interior e litoral de São Paulo, em busca de tranquilidade, para fugir dos centros urbanos.

“Esse novo estilo de vida fez aumentar a busca por alarmes monitorados como forma de prevenção e cuidados com os bens mais valiosos que existem: a pessoa, seus familiares e seu patrimônio”, completa Mariana.

Já no setor comercial a realidade não foi diferente, os pequenos e médios empreendimentos como lojas de rua, salões de cabeleireiros, escritórios de serviços em geral, entre outros, tiveram que manter seus estabelecimentos fechados ou com horários restritos de funcionamento, por este motivo contrataram o serviço para se sentirem mais seguros contra invasões que costumam ocorrer com mais frequência quando os locais ficam vazios.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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