Marketplace de trabalho aposta em ajudar empresas a conectar talentos

Marketplace de trabalho aposta em ajudar empresas a conectar talentos
A pandemia evidenciou às empresas as vantagens – e muitas vezes as necessidades – de contar com profissionais independentes e especialistas para realizar projetos pontuais ou para otimizar e agilizar os processos de execução de alguns trabalhos. Pensando nisso e com o intuito de crescer no Brasil, a Workana, maior plataforma que conecta talentos independentes a empresas da América Latina, está expandindo sua unidade de negócios voltada a empresas, com o Workana Empresas.

O serviço, que é um importante braço para a expansão e crescimento da plataforma no Brasil, oferece suporte de um consultor responsável por buscar freelancers com o perfil do projeto, montar, liderar e treinar equipes, acompanhar a produção dos materiais e os prazos, além de intermediar o contato entre o contratante e os profissionais independentes. Conta também com um executivo de contas para cuidar de questões administrativas, e identificar oportunidades de negócios. Grandes companhias como Unilever, Ambev e Wunderman Thompson já utilizam essa solução personalizada, e com a normalização do trabalho à distância, cada vez mais organizações vêm aderindo a essa nova funcionalidade. Hoje, os serviços prestados às empresas correspondem a 30% do faturamento da Workana.

O objetivo com essa modalidade de contratação é possibilitar que pequenas, médias e grandes empresas contem com a expertise em B2B e larga experiência do time da Workana na busca por freelancers especialistas para alavancar seus projetos, e também contribuir à construção de equipes inteiras de trabalho de forma ágil e eficiente.

Para o executivo de contas da Workana no Brasil, João Guilherme Goulart, a plataforma se posiciona hoje como o player mais rápido do país na seleção e montagem de equipes de TI para empresas, pois consegue resolver uma das maiores dores de recrutamento para startups e empresas que estão se digitalizando. “Conseguimos alocar desenvolvedores certificados e equipes de TI para nossos clientes em até 15 dias, contra um prazo médio de três meses relatado pelas áreas de RH das empresas com as quais temos conversado. Podemos cumprir com esse prazo devido a riqueza da nossa base de dados e, principalmente, por darmos a liberdade para os profissionais trabalharem de forma independente, o que acreditamos que é o futuro do trabalho”, afirma Goulart.

Quanto à qualificação dos profissionais independentes, uma pesquisa realizada pela FGV em parceria com a Workana e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul revelou que 68,6% dos freelancers que atuam pela plataforma têm mais de 5 anos de experiência, 49,7% têm graduação completa, 19,8% concluíram pós, mestrado ou doutorado, e 39,5% são fluentes em mais de um idioma.

Atualmente, a Workana tem mais de 3,5 milhões de freelancers cadastrados que atuam nas áreas de TI & Programação, Design & Multimídia, Tradução & Conteúdos, Marketing & Vendas, Suporte Administrativo, Jurídico (legal), Finanças & administração, e Engenharia & Manufatura. Desde que a Workana foi criada, há 8 anos, mais de um milhão de projetos já foram publicados, em média 30 mil por mês, ou cerca de mil novas oportunidades por dia.

“Em 2019 tive meu primeiro contato com a Workana. Um dos nossos desafios era como potencializar agendas conectadas com freelancers, swap de talentos, ecossistemas, entre outros temas. Organizamos junto à Workana o ‘Freelance Day’ para algumas áreas, como marketing e recursos humanos, e desde então a contratação de freelas está trazendo diversos benefícios para a organização. Os matchs entre necessidades pontuais versus expertise do freelancer estão proporcionando um ambiente de trocas e aprendizados com ganho de velocidade e capacidade nas nossas agendas”, relata Isabela Gripp, Gerente de Rh da Unilever.

Gripp afirma ainda que viu vir abaixo o mito de que os funcionários da empresa precisam dominar todas as competências para uma atividade muito específica, que não é necessariamente o core da posição e, com isso, ampliou a possibilidade de atuar com perfis mais diferenciados. “Descobri uma infinidade de opções de contratação, e ainda que esse mercado está crescendo num ritmo acelerado. Nos EUA, por exemplo, já temos quase 40% do mercado de trabalho atuando como Freelancer e nos da Unilever já entendemos que ter parceiros como a Workana para nos conectar com esse mercado é muito importante, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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