O mundo mudou. O que fazer agora?

O mundo mudou. O que fazer agora?

Empresas precisam reavaliar urgente o caminho do futuro

O mundo tem vivido um turbilhão de mudanças. Nunca tantas variáveis juntas criaram um cenário de transformações tão fortes na vida de pessoas e organizações como o enfrentado ultimamente. Disrupção digital, pandemia mundial e uma nova realidade geracional são apenas algumas dessas variáveis.

A disrupção digital e o surgimento de novos modelos de negócio têm revolucionado mercados tradicionalmente estabelecidos. Nos últimos anos novas soluções em mobilidade, hospitalidade, entretenimento, consumo de informações e serviços financeiros surgiram alavancados por tecnologias emergentes como cloud, inteligência artificial, IoT, robótica, realidade aumentada e blockchain.

Em 2020, a pandemia do novo coronavírus, em poucos meses assolou o mundo trazendo perdas, medo, sofrimentos e muita incerteza. A Covid-19 provocou mudanças drásticas e fez o mundo se reorganizar. Governos, organizações e pessoas reaprenderam a se comunicar, trabalhar, consumir e se relacionar, criando um novo cenário para a humanidade. Cenário no qual a mudança e a incerteza se tornaram ainda mais real.

E por último, a realidade geracional. Vivemos um momento único no qual se tem pela primeira vez no mercado de trabalho e consequentemente no mercado consumidor uma geração 100% nativa digital. Além disso, cinco gerações diferentes convivem em conjunto. As gerações X, Y, Z e Alpha, com referências e motivações bastante diversas têm convivido para encontrar novos caminhos para o futuro a ser criado.

Cultura da inovação

Qualquer uma dessas três variáveis isoladas já traria um grande impacto para as pessoas e organizações. Agora, essas três variáveis juntas mostram que não há outra alternativa a não ser reavaliar o caminho que levará as organizações para um futuro sustentável. Mais do que nunca as organizações precisam criar uma cultura que permita a inovação, a colaboração e a agilidade para se manterem relevantes, gerando valor ao cliente e todos stakeholders. Mas para isso muitas vezes se faz necessário redesenhar a estrutura organizacional.

Redesenhar a organização para o futuro é uma jornada que exige coragem e acima de tudo consciência da necessidade da mudança. É uma jornada, na qual o cliente precisa estar no centro da estratégia, a estrutura organizacional precisa ser adequada, considerando pessoas, processos e tecnologia e os resultados precisam ser acompanhados e mensurados, para que a rota seja rapidamente ajustada, quando necessário.

E é isso que a DPivot, consultoria especializada em Design Cultural e Organizacional fundada por Milena Seabra e a Humans at Work, empresa especializada em Educação Corporativa, fundada por Guilherme Kraus, querem fazer com o Laboratório Organizações do Futuro.

As duas empresas se uniram para buscar tendências, analisar cenários e construir uma inteligência coletiva com o objetivo de apoiar líderes e organizações nesse processo de mudança que se torna fundamental diante da retomada pós-pandemia.

Por meio de encontros com grandes profissionais, discussões, co-criação e muito trabalho o Laboratório Organizações do Futuro visa oferecer ao mercado know-how e soluções para redesenhar as organizações para o futuro.

Organizações precisam ser redesenhadas para o futuro

Milena Seabra, fundadora da DPivot.

Segundo Milena Seabra, redesenhar a organização para o futuro é uma jornada que exige coragem e visão estratégica. “Os líderes precisam estar preparados para criar uma estrutura organizacional adequada para promover a inovação, sustentar a criação de novos modelos de negócio e desenvolver uma cultura capaz de atrair, desenvolver e reter os melhores talentos.”

Esse redesenho permite as organizações repensarem seu papel e sua entrega de valor, sempre tendo em vista o cliente, o mercado e os colaboradores, já que as organizações do futuro visam potencializar ao máximo a genialidade coletiva da organização.

“Nesse novo mundo não há espaço para burocracias e estruturas hierarquizadas, pois as relações de poder mudaram e as pessoas, principalmente os talentos da nova geração, não precisam de comando e controle para se moverem e abraçarem os problemas. Eles precisam de um propósito forte que os motivem, de uma liderança que os inspirem, de autonomia, confiança e reconhecimento, vinculado a competência e a contribuição de fato”, afirma Guilherme Kraus.

Fórum Organizações do Futuro

Para o lançamento do Laboratório Organizações do Futuro, será realizado na próxima semana o Fórum Organizações do Futuro, um evento direcionado para grandes lideranças com o objetivo de discutir temas como: Redesenhando as organizações para o futuro; Inovação como base da retomada e como preparar as pessoas para esse futuro.

Esses temas foram escolhidos com base na urgência de antecipar as grandes tendências do ambiente organizacional, em temáticas como transformação digital, inovação, redesign cultural e reskilling, pois o que estamos passando hoje é um termômetro e espelho de nossa evolução, de nossos novos comportamentos e de uma nova economia.

O Fórum Organizações do Futuro reunirá nos dias 09, 10 e 11 de novembro grandes nomes do mercado para trazer soluções às empresas que buscam o futuro no agora.

Confira a programação:

Dia 09/11 das 08h às 10h
Palestra de abertura (evento em português)

Peter Kronstrom (Head no Instituto de Copenhagen de Estudos Futuros).

Painel Redesenhando as organizações para o futuro
com Ricardo Sanfelice (Diretor Geral no Banco Bari) e
Fernanda Ferrazza (Desenvolvimento de negócios digitais para Powertrain Solutions na Robert Bosch America Latina).

Dia 10/11 das 8 às 9h30 

Painel Inovação como base da retomada
com Luanna Toniolo (CEO na Troc) e
Marielva Alves (Vice Presidente na Positivo Tecnologia).

Dia 11/11 das 8 às 9h30

Painel Preparando as pessoas para o futuro
com André Caldeira (CEO e Sócio fundador do Grupo PRO) e
Tania Maranha (HRBP Operations Director na Eletrolux)

Os painéis que serão realizados on line e transmitidos pela plataforma Zoom serão mediados pelos fundadores do Laboratório Organizações do Futuro, Milena Seabra e Guilherme Kraus.

O evento é fechado para convidados, mas é possível candidatar-se a uma vaga através do link: https://tally.so/r/mJJqom

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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