Brasileiros aumentam o consumo de bebidas funcionais durante a pandemia

Brasileiros aumentam o consumo de bebidas funcionais durante a pandemia

Pesquisa da Tetra Pak aponta que 58% dos brasileiros aumentaram o consumo de produtos que reforçam o sistema imunológico

O que mudou nos hábitos alimentares dos brasileiros que preservaram seu poder de compra durante a pandemia? Essa é uma das perguntas que a pesquisa Tetra Pak Index busca responder. Em sua 14ª edição, o levantamento anual realizado pela companhia mostra como a Covid-19 fez os consumidores repensarem a maneira como vivem, aumentando o consumo de alimentos que podem contribuir com sua saúde e bem-estar.

Segundo os entrevistados no Brasil, uma dieta equilibrada, fazer exercícios físicos e se hidratar regularmente compõem o cardápio da boa saúde. E nesta tríade, alguns produtos têm assumido um papel relevante, ajudando a fortalecer o sistema imunológico.

Considerados saudáveis, fáceis de achar e capazes de oferecer diversos nutrientes, os produtos funcionais estão cada vez mais presentes nas casas brasileiras. De acordo com o levantamento, depois da Covid-19, 58% dos brasileiros passaram a consumir mais esse tipo de produto e 39% dizem que desejam aumentar o consumo no futuro, enquanto 57% irão manter o volume de compra atual.

“Percebemos que os consumidores têm buscado mais alimentos e bebidas que atendam às suas necessidades emocionais e funcionais, desde o consumo de proteínas e vitaminas, até a ausência de ingredientes artificiais. Isso inclui alimentos de alto valor nutricional, que estimulam o sistema imunológico e ajudam a manter a energia no dia a dia”, afirma Vivian Leite, diretora de Marketing da Tetra Pak.

Ao escolher os produtos funcionais nas gôndolas — ou no site — os entrevistados preferem sucos (50%), produtos lácteos fermentados (37%) e bebidas lácteas com alto valor de proteína, vitaminas e/ou cálcio (31%). No Brasil, o consumo ocorre preferencialmente em casa (85%) e em espaços como academias, escolas e escritórios. A grande maioria dos entrevistados, 88%, compra esses artigos para consumo próprio.

O produto funcional ideal

Segundo os respondentes do Tetra Pak Index, o produto ideal para aumentar a imunidade deve ser:

  1. Rico em vitaminas (C, D, B, A) e outros ingredientes como frutas cítricas, mel, zinco e fibras;
  2. Livre de ingredientes artificiais, como corantes e conservantes, e sem adição de sal, açúcar e outros adoçantes;
  3. Um produto que me faz sentir energizado e mentalmente ativo;
  4. Claro em relação às informações no rótulo da embalagem, deixando visíveis seus verdadeiros benefícios;
  5. Ecologicamente correto, ou seja, disponível em emblagens sustentáveis e recicláveis.

“Há uma oportunidade de educar os consumidores sobre os ingredientes e seus benefícios e fornecer clareza por meio de informações simples e factuais. As alegações de saúde precisam ser confiáveis, não exageradas e ser fáceis de entender. Quando escolhem um produto que aumenta a imunidade, os consumidores buscam benefícios tanto mentais, quanto físicos. E isso cria oportunidades para marcas encontrarem um espaço nas listas de compras pós-pandemia”, afirma Vivian.

O papel da indústria

Nesse contexto, a indústria tem um papel fundamental em atender às demandas dos consumidores, com novos produtos, formulações ou embalagens. Desde 2020, a Tetra Pak apoiou o lançamento de quatro produtos com esse foco, sendo três lácteos (Piracanjuba Imunoday, Actimel Imunidade e Leite UHT Camponesa Vitaminas C+D) e um suco infantil rico em vitaminas e minerais (Os Aventureiros).

No Centro de Inovação ao Cliente da Tetra Pak, localizado em Monte Mor (SP), fabricantes de alimentos e bebidas contam com uma planta piloto e times de especialistas para desenvolverem produtos a partir do zero, passando por estudos de mercado, idealização, testes de formulação, prototipagem e branding.

“Muitas categorias podem entregar saudabilidade ao consumidor e as marcas devem se dedicar a essas formulações. Essa é uma tendência, mas não é uma moda passageira. Quem puder responder rapidamente terá grandes ganhos a longo prazo, pois o foco na imunidade e bem-estar veio para ficar”, reforça Vivian.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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