Conheça o ranking dos 10 carros mais baratos em 2022

Conheça o ranking dos 10 carros mais baratos em 2022

Brasil se torna um dos 5 países mais caros do mundo para se ter um carro

Nos últimos anos o preço dos carros zero subiram consideravelmente. Somente no ano de 2021, os preços dos carros populares tiveram um aumento de 26,83% a 47,95%.

O aumento foi tão grande, que hoje dificilmente é possível encontrar um carro zero por menos de R$50.000.

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma CupomValido.com.br que compilou preços dos veículos da Tabela FIPE e dados da Scrap Car Comparison.

Veja abaixo o ranking dos top 10 carros mais baratos do Brasil com os preços já atualizados em 2022:

Ranking dos 10 carros mais baratos do Brasil

Antes do início da pandemia, em janeiro de 2020, era possível encontrar um carro popular zero por aproximadamente R$35 mil.

Em janeiro de 2021, o preço subiu para aproximadamente R$ 38mil. Em 2022, já são pouquíssimas as opções na faixa de R$50 mil.

Atualmente o Fiat Mobi é o carro mais barato do Brasil, custando R$49.949.

No segundo lugar está o Renault Kwid, custando R$50.240. Neste caso, podemos até considerar um empate técnico, uma vez que a diferença entre os dois, é de apenas 0,58%.

Brasil é o 5º país mais caro do mundo para se ter um carro

O estudo comparou o preço da compra e manutenção de um automóvel, em relação à renda média salarial de cada país. Assim, é possível comparar o poder de compra entre os diversos países.

O resultado é que o Brasil ficou na 5ª colocação, como um dos países mais caros do mundo. Os brasileiros precisam gastar 441,89% do rendimento médio anual para se comprar e manter um carro zero.

No ranking, o Brasil só fica atrás de dois países da América Latina (Uruguai e Colômbia), e da Turquia e Argentina, dois países que estão passando por severas crises econômicas e inflação descontrolada.

Por que os preços subiram tanto?

A alta dos preços dos automóveis está relacionada a diversos fatores.  O primeiro é a pandemia, que paralisou a montagem de veículos por alguns meses. Mais recentemente, a indústria sofreu com a escassez de componentes eletrônicos.

Estes dois fatores fizeram com que os preços dos veículos aumentassem no mundo todo. Porém, aqui no Brasil houve um fator adicional que contribuiu ainda mais na subida dos preços.

Como o real se desvalorizou perante o dólar nos últimos meses, isso fez com que o preço da importação das peças e componentes para a fabricação dos automóveis também fossem encarecido, o que fez com que nós brasileiros tivéssemos um aumento ainda maior que em outros países.

 

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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