5 tendências de treinamentos corporativos para aplicar na sua equipe

5 tendências de treinamentos corporativos para aplicar na sua equipe

Desenvolver colaboradores é importante para gestores que querem manter uma equipe atualizada e competitiva no mercado. Segundo dados do Fórum Econômico Global, até 2025, pelo menos 50% dos profissionais vão precisar desenvolver novas habilidades para se manter no mercado de trabalho.

Nesse sentido, muitas empresas continuam buscando formas de oferecer treinamentos corporativos para manter seus colaboradores atualizados e cultivar novos talentos dentro da equipe de trabalho. Porém, nos últimos dois anos, a pandemia implicou diversas mudanças nos treinamentos, tanto na metodologia aplicada, como também nos formatos disponíveis.

Pensando nisso a Eliane Iwasaki, Head of Revenue Growth da Voxy – edtech especializada em cursos de inglês personalizados para empresas, separou 5 novas tendências para o mercado de treinamentos corporativos que devem estar no radar de líderes, gestores e departamentos de RH interessados em manter seus colaboradores atualizados:

1 – Aposte no E-learning

Assim como a educação formal pode adotar o ensino online, as empresas também ganham ao implementar essa tecnologia em seus processos de treinamento e desenvolvimento profissional. Segundo uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, em 2021, 62% das empresas já são adeptas do ensino a distância (EAD) no Brasil.
O e-learning permite que as empresas tenham um acompanhamento mais próximo dos programas de desenvolvimento, além de ser uma solução escalável com visibilidade de dados. Por outro lado, o E-learning também é uma solução mais acessível para a empresa.

2 — Busque por uma Plataforma de Aprendizagem

Conhecida como Learning Experience Platform (LXP), é uma ferramenta acessível de dispositivos móveis que possibilita que os alunos estudem de onde e quando quiserem. A plataforma utiliza Inteligência Artificial para identificar as necessidades e interesses do colaborador e adapta o programa de treinamento de acordo com cada um desses fatores.

De acordo com uma pesquisa feita pelo LinkedIn em 2021, 79% dos profissionais preferem treinamentos online como forma de desenvolver habilidades para o trabalho, motivados, principalmente, pelas possibilidades de adaptar o momento de aprendizado entre as demais tarefas do dia-a-dia.

“A ideia é que uma LXP consiga entender cada aluno como uma pessoa única e, com base nisso, buscar não apenas desenvolver as áreas de maior necessidade de aprendizado como também proporcionar conteúdo relevante que vai garantir o engajamento dos colaboradores ao longo do programa”, afirma Eliane.

3 — Nova metodologia: O Microlearning

A oportunidade de fazer um curso quando e onde quiser não é tão eficiente se não atender à disponibilidade do colaborador. O Microlearning está entre as principais tendências para treinamentos corporativos em 2022 e consiste em uma metodologia desenvolvida que oferece conteúdos menores, mas com a mesma densidade de aprendizado, para que o aluno aprenda em pílulas de conteúdo de poucos minutos.

4 – Capacitação Constante ou Lifelong Learning

É outra tendência que deve ser considerada para aplicar treinamentos eficientes para funcionários. Basicamente, significa aprender de forma constante, abordando a necessidade de os indivíduos estarem constantemente estudando e se desenvolvendo.

Acompanhando o conceito de lifelong learning, upskilling e o reskilling também não podem ficar de fora em 2022. A ideia do upskilling é promover o desenvolvimento em áreas e habilidades que os profissionais já apresentam algum nível de domínio. Para responder a um ambiente em constante mudança, é necessário aprender continuamente, fortalecer os conhecimentos adquiridos anteriormente e adquirir novos.

Já o reskilling é para o colaborador que busca desenvolver novas habilidades para desempenhar outras funções ou se requalificar. Esse conceito é importante para que o profissional consiga acompanhar as mudanças tecnológicas e, consequentemente, o mercado de trabalho.

5 – Incentive o protagonismo do colaborador

Quando se tem tecnologias e metodologias de ponta para treinar e desenvolver as equipes, é possível permitir que o colaborador tome o controle do seu próprio processo de aprendizado.

Para Eliane Iwasaki, da Voxy, depois de traçar os objetivos do colaborador com seu treinamento, “é preciso dar autonomia para que eles se sintam responsáveis pelo próprio desenvolvimento. O gestor deve oferecer o caminho, mas é o aluno que organiza sua rotina e ritmo de desenvolvimento”.

Segundo a pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento, em 2021, 55% dos orçamentos das empresas destinaram-se à formação de líderes. Com isso, as edtechs estão em alta no Brasil. Segundo dados da plataforma de inovação Distrito, o investimento em edtechs cresceu 770% em 2021, chegando a US$22,5 milhões. A Voxy, por exemplo, já atua em 150 países e soma mais de 4 milhões de usuários, oferecendo cursos de inglês para empresas que querem desenvolver seus funcionários.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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