Cresce busca de pequena empresa por Crédito com Garantia de Imóvel para capital de giro

Cresce busca de pequena empresa por Crédito com Garantia de Imóvel para capital de giro

A procura por Crédito com Garantia de Imóvel (CGI) no Banco Bari cresceu 276% em 2021 na comparação com o ano anterior. A carteira de crédito imobiliário do banco fechou 2021 com cerca de R$ 650 milhões, um incremento de 15% na comparação com 2020. Hoje, o Bari ocupa a 6ª posição entre os bancos que oferecem a modalidade.

De acordo com Eduardo Zagonel, COO do Banco Bari, os principais motivos para a busca desse tipo de crédito são construção e reforma de residência e pagamento de dívidas. “Mas temos notado o crescimento da busca por empreendedores que querem abrir ou aumentar seu negócio. Muitos ficaram desempregados durante a pandemia e querem iniciar uma empresa ou abrir uma franquia. Outros, já tinham uma pequena empresa e estão à procura de um crédito com boas condições para expandir os negócios”, explica Zagonel, ressaltando que cerca de 26% das solicitações de CGI que chegam ao banco, hoje, são para empresários.

Zagonel conta que com o aumento da taxa básica de juros (Selic), que fez subir os juros de outros tipos de crédito, como o Capital de Giro ou Empréstimo Pessoal, o CGI passou a ser ainda mais atraente para quem procura um crédito, pois as taxas de juros foram pouco impactadas nessa linha, pois trata-se de um empréstimo de longo prazo. “O prazo médio dos tomadores que contratam CGI no Bari é de 140 meses”, detalha. “Devido ao juro baixo e o prazo longo desse tipo de empréstimo, o valor da parcela paga pelo cliente é muito inferior quando comparado a outras linhas, comprometendo muito menos o fluxo de caixa mensal do devedor, consequentemente os números de inadimplência são baixos.” O fato de o índice de inadimplência ser baixo nessa linha, em torno de 3% da carteira, contribuiu para que os juros fiquem na faixa de 0,90% ao mês, mais a correção pelo IPCA.

Na Bariflex, linha de crédito com garantia de imóvel, criado pelo Bari em 2020, inspirado no mercado Americano e Europeu, o tomador do crédito pode ter acesso a uma linha de crédito de até 60% do valor de avaliação do imóvel e tem a flexibilidade de utilizar esse limite dentro do prazo de até cinco anos, de acordo com sua conveniência.

Um exemplo: o dono de um imóvel avaliado em R$ 1 milhão tem acesso a uma linha de crédito de R$ 600 mil, que poderá ser utilizada em até cinco anos. Se, em um primeiro momento, tiver necessidade de R$ 50 mil de empréstimo, pagará juros apenas sobre esse valor. Dentro do prazo de cinco anos, pode contratar quantos novos empréstimos quiser, sem qualquer burocracia. Podendo parcelar em até 15 anos. “Para quem tem um negócio, contar com uma linha de crédito aprovada, ágil e flexível, e com um excelente custo, é muito importante”, finaliza Zagonel. “Acreditamos que essa nova modalidade continuará a crescer no Brasil. Cada vez que mais clientes conhecem o produto, mais a procura cresce”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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