Cinco formas de sua empresa estar sempre à frente do mercado quando o assunto é tecnologia

Cinco formas de sua empresa estar sempre à frente do mercado quando o assunto é tecnologia

O cotidiano da maioria absoluta das pessoas não é mais possível sem a tecnologia como protagonista. No entanto, a exigência cada vez maior do mercado vem colocando as empresas no divã. Preocupadas com o aumento da complexidade nos campos de Inteligência Artificial (IA) e da exigência dos usuários, eles temem que possa haver uma ameaça à existência de seus negócios caso suas equipes não consigam dar conta da demanda ou de gerar resultados realmente satisfatórios.

“É uma preocupação de muitos executivos, de fato. De um lado, existe a necessidade de buscar constantemente a excelência operacional ao mesmo tempo que se fornece serviços de tecnologia transformacionais”, comenta Atila Nicoletti, diretor de Vendas Latam na Run2biz, empresa especializada em promover tecnologias para aumentar a automação em todos os processos de negócio.

O caminho é desafiador. Além de toda a exigência do mercado, os executivos ainda precisam driblar a concorrência, apostar em projetos inovadores, correndo risco de falhas, gerenciar crises e ganhar tempo. E não para por aí: veja cinco formas de sua empresa estar sempre à frente do mercado quando o assunto é tecnologia:

1 – Aumentar as proteções de segurança cibernética

Independentemente do tamanho, um ataque cibernético pode causar muitas dores de cabeça. “Prever quando eles acontecerão é tarefa muito árdua, mas existem formas de prevenir e monitorar parques de máquinas, aumentando a segurança e mitigando as oportunidades”, comenta Nicoletti. Uma das chaves do sucesso é seguir os preceitos do RMM (Monitoramento e Gerenciamento Remoto), especialmente com a implementação de IA para monitorar as ações (AIOps).

2 – Melhorar a experiência do cliente

Melhorar a performance dos sistemas de acesso do cliente é muito importante. Na pandemia da Covid-19, isso se tornou bem evidente com o delivery, por exemplo: se não fosse confiável e eficiente, a tendência anunciada pré-Covid jamais teria sobrevivido e permanecido, mesmo após os momentos mais intensos da crise sanitária. Isso vale para plataformas de recrutamento e seleção e também para webinar e calls: quanto mais intuitivo, bonito e eficiente, melhor.

3 – Garantir produtividade

Um dos desafios das empresas atualmente é reter colaboradores e fazer com que eles trabalhem bem. Para o especialista da Run2biz, a hiperautomação funciona, mas apenas se for combinada com a competência humana. Alguns métodos podem ajudar no alcance de bons resultados, como o uso da metodologia Objectives and Key Results (OKR), que consiste em definir objetivos estratégicos e metas (resultados-chave) como alvos a serem alcançados, na gestão de recursos humanos, determinados parâmetros de produtividade e de qualidade das entregas dos colaboradores. O modelo alcança até mesmo os profissionais em trabalho remoto. Além disso, o OKR permite definir todas as áreas em suas atribuições, como volume de vendas que se almeja alcançar, infraestrutura necessária, cronograma de entregas, pessoas envolvidas e treinamentos a realizar.

4 – Desenvolver novos produtos

Quando uma empresa cresce, o desenvolvimento de novos produtos é essencial. Isso fortalece a marca, gera concorrência e impulsiona os times para crescerem juntos. “As organizações precisam de uma abordagem de IA diferente, capaz de permitir que as equipes desenvolvam suas soluções de software de forma mais rápida e assertiva”, orienta o Sales Director Latam na Run2biz.

5 – Melhorar a gestão do negócio

O gerenciamento é um dos principais gargalos das empresas, principalmente aquelas que querem escalar seus negócios. Organizar e controlar atividades, colaboradores e processos com maior eficiência podem ser situações solucionadas com o investimento em boa tecnologia. “Não é fácil otimizar alinhamento estratégico, processo e métricas, mas é possível. É preciso disciplina, acesso a diagnósticos precisos e ferramentas específicas para isso”, afirma Atila Nicoletti.

Uma alternativa é, segundo ele, contar com um sistema hiperautomatizado, solução que já está sendo visualizada pelas empresas como essencial e que deve expandir ainda mais a sua abrangência neste ano: 23%, chegando à marca de US$ 596,6 bilhões, conforme a recente estimativa da consultoria Gartner.

“A hiperautomação aplicada à gestão da empresa gera agilidade e praticidade, reduz gastos operacionais, diminui erros e falhas humanas e, principalmente, melhora os resultados dos negócios”, finaliza o especialista da Run2biz.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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