Startups do agronegócio podem captar até R$15 milhões

Startups do agronegócio podem captar até R$15 milhões

A CapTable, maior plataforma de investimentos em startups no Brasil, anuncia uma chamada especial para agritechs (startups que usam tecnologia no campo) realizarem suas rodadas de investimentos de até R$15mi em cada aporte.

O novo limite de valor será o triplo do que é permitido atualmente pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários), órgão que regula esse mercado no país. As novas regras entrarão em vigor a partir do dia 1° de julho deste ano.

Para se candidatar a uma dessas rodadas, as agritechs devem preencher um rápido formulário disponível no site da CapTable.

O time de especialistas da plataforma examinará as informações e entrará em contato com aquelas que têm o potencial de terem rodadas apresentadas aos mais de 37 mil investidores cadastrados na plataforma.

A seleção das agritechs será feita por experts comandadas por Gustavo Piccinini, membro do conselho da CapTable e um dos maiores especialistas em venture capital do país.

“O primeiro aspecto que analisamos é se há um MVP já validado, um faturamento em constante crescimento e se o produto ou serviço já está disponível para escalar no mercado do agronegócio”, explica Piccinini.

Outro aspecto importante a ser analisado é o time que está trabalhando em cada empreendimento digital, com especial enfoque na liderança de cada startup.

“Costumamos dizer que apostamos mais no jockey do que no cavalo, sobretudo em um setor como o agronegócio que se mostrou inabalável com a pandemia e despertou a consciência de que é preciso usar a tecnologia no campo para otimizar o trabalho e aumentar a produtividade”, afirma Paulo Deitos, cofundador da CapTable.

A investida especial da plataforma em soluções para o agronegócio têm motivos concretos. A primeira é que o setor representa 20% do PIB nacional e é responsável por mais da metade das exportações brasileiras.

De acordo com projeções do Ministério da Agricultura, as lavouras devem faturar até R$811bi neste ano. Já a pecuária passou de um faturamento de R$ 339 bilhões para R$357 bilhões entre 2020 e 2021.

Por trás desses números, há uma presença das agritechs, que se fortaleceram com a pandemia aproveitando a agilidade característica do ecossistema de startups em criar soluções e colocá-las em execução de forma assertiva no mercado.

Segundo dados do 2º Censo AgTech de Startups Brasil, realizado pela Esalq-USP (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) e a AgTechGarage, existem hoje no Brasil cerca de 300 empresas nessa classificação. E esse número tende a aumentar com cada vez mais dores do setor sendo resolvidas por meio da tecnologia e do empreendedorismo.

A CapTable já realizou rodadas de investimentos para startups do agro como a Eirene Solutions, Skydrones, Pomartech, Leigado e recentemente a gaúcha Auster.

Podem se inscrever para a chamada especial para agritechs da CapTable aquelas que trazem ideias disruptivas e inovadoras para agropecuária de precisão, controle biológico, diagnóstico de imagem, economia compartilhada, fertilizantes, inoculantes e nutrientes, genômica e biotecnologia, gestão de resíduos e água, Internet das Coisas (IoT) no agronegócio e outros.

Mais informações e inscrições estão disponíveis em https://captable.com.br/quero-captar .

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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