Como as empresas podem economizar com o custo de hospedagem de colaboradores em viagens corporativas?

Como as empresas podem economizar com o custo de hospedagem de colaboradores em viagens corporativas?

O setor de hotelaria se recupera de forma consistente focado no entusiasmo dos consumidores com a retomada das viagens na era pós-pandemia, e com os olhos na manutenção da essência do serviço de qualidade. Enquanto isso, o custo da hospedagem sobe devido a fatores como instabilidade econômica e despesas com novas contratações de pessoal, dispensado durante os anos de retração. Em julho, a inflação dos alimentos e bebidas, importante pilar para esse mercado, foi de 1,17%, segundo o IBGE. Para superar a alta dos preços sem deixar de viajar, turistas a lazer ou a trabalho têm buscado a resposta na tecnologia. A VOLL, traveltech que oferece soluções digitais e serviços para empresas reduzirem custos com viagens e mobilidade corporativa de seus colaboradores em viagens corporativas, observa essa tendência crescente no setor de turismo de negócios.

Para manter os planos da viagem sem extrapolar o orçamento, o primeiro passo é escolher uma plataforma ampla e eficiente de consulta de preços online. Quanto mais numerosas as opções, mais visibilidade se tem das alternativas e negociações com parceiros e fornecedores e, assim, maior será a chance de encontrar preços compatíveis com o teto de gastos definido pela companhia.

Um segundo ponto importante é, sempre que possível, planejar com antecedência, pois isso proporciona que haja tempo hábil para acompanhar as variações de preço. Como estratégia de retomada sustentável de negócios, muitas redes de hotéis estão adotando políticas de precificação dinâmica — similar à que já é praticada pelos aplicativos de mobilidade urbana —, elevando os preços das diárias em períodos de alta procura e ocupação. Por este motivo, ter a flexibilidade de testar valores de hospedagem para um dia antes ou depois para check in ou check out pode ser decisivo no preço final.

“Os profissionais estão voltando a sair do escritório para se reunir presencialmente e alavancar seus negócios, antecipando uma recuperação sem precedentes das viagens corporativas. Por isso, as empresas que querem agir com inteligência têm buscado alternativas por meio de plataformas digitais para equilibrar seus orçamentos num momento de aumento dos preços médios de hospedagem, já que as viagens prometem ser ainda mais frequentes neste segundo semestre”, avalia Jordana Souza, cofundadora e diretora comercial da VOLL. De janeiro a julho deste ano, a plataforma da traveltech registrou queda de 10% no gasto médio por diária de hospedagem — o que reflete a busca por preços mais baixos e que impactem menos os custos das empresas.

A VOLL oferece comparativos online de preços, com gestão unificada de despesas e descontos especiais com as companhias aéreas e redes hoteleiras, sem, é claro, perder em serviços, como atendimento e suporte humanizado 24h/7, para que as companhias clientes tenham mais chances de economizar, além de terem mais agilidade e transparência ao longo de todo o processo. A visualização intuitiva por meio do Farol de Política, por exemplo, permite que o colaborador não precise se preocupar em fazer reservas fora das regras da empresa. Atualmente, seus 400 mil usuários de empresas como Vivo, PepsiCo, DHL, Sodexo, McDonald’s e Itaú utilizam diariamente desse e de outros recursos.

Hoje, com mais de 300 colaboradores em todos estados e unidades nas três principais capitais brasileiras — São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte —, a VOLL é uma startup investida pela Vivo e pela Localiza e é uma das integrantes do ranking 100 Startups to Watch 2021. Conheça mais sobre a traveltech que vem revolucionando o mercado de viagens corporativas em: govoll.com.

O que pretendem os agentes do mercado

Ainda no primeiro semestre, 42,67% dos gestores de viagens e eventos disseram já estar promovendo eventos presenciais e 64,77% pretendiam realizá-los ao longo de 2022, o que reforça a intenção dos agentes do mercado. As informações são da Pesquisa Tomada de Informações: Impacto do Coronavírus nas Viagens e Eventos Corporativos, da Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev), da qual a VOLL é mantenedora, em parceria com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP).

A aposta para esse segundo semestre é de uma retomada ainda mais consistente do setor em razão da expectativa de expansão do Produto Interno Bruto (PIB), de 2,8% em 2022, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O índice está acima da estimativa para o crescimento da atividade brasileira, que é de 2% no ano, de acordo com o Ministério da Economia.

Crédito da foto: Pixabay

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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