Empresa curitibana cria metodologia inédita que reduz em 30% o custo de aplicativos e softwares

Empresa curitibana cria metodologia inédita que reduz em 30% o custo de aplicativos e softwares

O desenvolvimento de um aplicativo ou software empresarial nem sempre é uma tarefa fácil, pois demanda tempo e investimento da empresa, além de exigir uma imersão dos programadores na cultura organizacional para entender as funcionalidades necessárias para cada projeto. Por isso, no mercado de Tecnologia da Informação (TI), a adoção do outsourcing – alocação de equipes de programadores de forma terceirizada – é uma prática bastante comum. 

“Apesar de ser amplamente adotado no mercado, este modelo de outsourcing convencional gera muitos desafios para os gestores. As empresas de TI que atuam neste formato de bodyshop, fazem apenas o recrutamento dos programadores e deixam toda a gestão do recurso apenas para o cliente resolver”. E este é apenas um dos problemas que ocorrem ao longo do projeto nesta forma convencional, explica Juliano Haus (foto), CGO da NextAge, empresa curitibana de TI que atua no desenvolvimento de softwares e aplicativos empresariais há mais de 15 anos. 

Pensando em otimizar este processo, a NextAge desenvolveu o Outsourcing 2.0, uma solução inédita no mercado, que reduz o custo de desenvolvimento dos projetos em 30%, desde a concepção até o lançamento do produto. A nova metodologia foi desenvolvida a partir de uma pesquisa realizada com empresas de diferentes portes que apontaram os principais problemas enfrentados na execução dos projetos por meio do outsourcing convencional. Entre as reclamações mais recorrentes estavam a falta de experiência, gestão e de comprometimento dos profissionais alocados.  

“A nossa abordagem prevê a alocação de uma equipe de desenvolvedores, sob o comando de um gerente de projetos, que vai acompanhar todo o processo de desenvolvimento, para que o resultado digital esteja de acordo com as necessidades da empresa”, afirma Juliano Haus que destaca quatro vantagens do Outsourcing 2.0: 

1 – Profissionais Experientes 

No Outsourcing 2.0 pelo menos 50% da equipe alocada é formada por profissionais que trabalham na NextAge, empresa que criou o modelo, e têm desempenho comprovado em trabalhos anteriores. Assim evita-se a alocação de um time inteiro recém contratado do mercado sem a cultura da empresa e sem o conhecimento do desempenho no dia a dia dos projetos.

2 – Curva de Aprendizado

Um dos principais diferenciais do Outsourcing 2.0 é o período de imersão dos profissionais, para que possam conhecer melhor a cultura organizacional e entender quais as funcionalidades que a plataforma a ser desenvolvida requer. Nesta nova metodologia, a equipe de desenvolvimento busca organizar as informações para demandar o mínimo possível dos departamentos internos da empresa, não atrapalhando assim a rotina da organização. Como os primeiros 30 dias são dedicados a esta curva de aprendizado, a contratante paga apenas parte do valor das horas trabalhadas.  

3 – Gestão do Time

Ao contrário do que ocorre no outsourcing convencional, a gestão da equipe e do desenvolvimento do produto não fica sob a responsabilidade somente do cliente. No Outsourcing 2.0, há o acompanhamento de um gerente de projetos em todas as equipes alocadas. Este profissional fica responsável por gerenciar internamente a equipe e tirar o máximo desempenho do time, se reportando diretamente ao contratante.  

4 – Redução de Custos

Pela abordagem diferenciada que o Outsourcing 2.0 propõe, os valores praticados são mais competitivos, com um custo previsível que varia entre 30% e 40% a menos do que a média no mercado. Os contratos podem começar pequenos e ser ampliados sob medida, de acordo com as necessidades do cliente. No modelo de outsourcing da NextAge ainda é possível contar com 15 dias de garantia caso a contratante desista do projeto ou queira mudar os profissionais alocados. Além disso, os custos com gerente de projetos não são cobrados pela empresa. 

5 – Mercado em Crescimento

“Com a transformação digital em curso, impulsionada principalmente pela pandemia de Covid-19, cada vez mais pessoas estão utilizando aplicativos para acessarem produtos e serviços. Com isso as empresas de diferentes portes estão apostando no desenvolvimento de seus próprios apps e, para atender a este mercado em ascensão, investimos na retenção e formação de talentos com equipe própria de desenvolvedores para podermos atender os nossos clientes de forma célere e produtiva”, destaca Juliano Haus.  

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Software (Abes), o Brasil respondeu no ano passado por 1,65% dos investimentos globais de TI, ocupando a 10ª colocação no ranking mundial. Para 2022, a expectativa é que os investimentos em Tecnologia da Informação aumentem 14,3% no país. 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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