Busca por eficiência operacional impulsiona investimentos em automação e integração

Busca por eficiência operacional impulsiona investimentos em automação e integração
Alexandre Borges, sócio da Áxe Tecnologia.

Tecnologia assume papel central na busca por competitividade

A pressão por produtividade está mudando a forma como as empresas investem em tecnologia. Em vez de ampliar estruturas e equipes para sustentar o crescimento, organizações de diferentes segmentos direcionam recursos para automação de processos, integração de sistemas e inteligência de dados.
O objetivo é claro: produzir mais, responder mais rápido ao mercado e ganhar escala com eficiência operacional.

O movimento reflete uma mudança importante. Se antes a tecnologia era vista como suporte às operações, agora ela assume papel central na busca por competitividade, conectando áreas, eliminando gargalos e transformando dados em decisões mais ágeis e assertivas.

“Existe uma busca cada vez maior por eficiência operacional. As empresas querem reduzir atividades repetitivas, eliminar retrabalho e criar fluxos mais inteligentes para que as equipes possam dedicar tempo ao que realmente gera valor para o negócio”, afirma Alexandre Borges, sócio da Áxe Tecnologia.

Esse cenário impulsiona projetos que conectam sistemas de gestão empresarial, plataformas de Business Intelligence e soluções especializadas que antes operavam de forma isolada. Quando informações de diferentes áreas passam a circular de forma integrada, a empresa ganha mais controle sobre a operação, melhora a qualidade dos dados e reduz o tempo necessário para executar tarefas críticas.

Alavanca de crescimento

De acordo com Borges, a integração entre sistemas e automação de processos se consolida como uma alavanca de crescimento. “Muitas empresas já entenderam que escalar não significa necessariamente aumentar a estrutura. Em muitos casos, o ganho está em fazer a informação fluir melhor, automatizar etapas operacionais e criar um ambiente mais conectado para apoiar a tomada de decisão”, explica.

Esse movimento também tem ampliado a procura por soluções de ERP e Business Intelligence capazes de centralizar informações e oferecer uma visão mais estratégica da operação. Empresas que utilizam sistemas integrados conseguem aumentar a visibilidade dos processos, melhorar a colaboração entre áreas e apoiar decisões baseadas em dados mais confiáveis.

Para Borges, a tendência deve ganhar ainda mais força nos próximos anos. “A eficiência operacional deixou de ser uma vantagem competitiva e passou a ser uma necessidade. As empresas que conseguirem integrar processos, automatizar atividades e utilizar melhor seus dados estarão mais preparadas para crescer de forma sustentável em um mercado cada vez mais dinâmico.”

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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