RHs podem gastar mais de R$ 10 mil para fechar parcerias

RHs podem gastar mais de R$ 10 mil para fechar parcerias

Conquistar parcerias que possam trazer benefícios às empresas é um processo que envolve diversos setores, demanda tempo e gera gastos, podendo ultrapassar a margem de R$ 10 mil ao ano. Para se ter uma ideia, o trabalho de RH precisa passar por várias etapas como: receber as indicações dos colaboradores, fazer contato com os estabelecimentos, negociar valores e vantagens, confirmar parceria via contrato, comunicar internamente, manter a parceria e avaliar o benefício, dentre outros.

Em seguida, entram em ação outros setores da empresa para dar sequência, como a área jurídica, financeira, comunicação e marketing, que culminam em mais retenção de horas de maneira generalizada. Ao todo, segundo a pesquisa realizada pela Allya, somam-se mais de 10 horas dedicadas para fechar cada contratação de novos estabelecimentos.

“Supondo que o profissional de RH tenha custos salariais de R$5.000, negocie com 50 possíveis parceiros para a definição de descontos e vantagens. Considerando o valor hora de trabalho R$ 30,00, teríamos um custo de R$ 15.000,00 ao ano somente para tratar destas parcerias”, conta Marco Ferelli.

Neste contexto, com os altos gastos e muita burocracia, quesitos importantes acabam sendo afetados, como no caso da educação que é imprescindível para fomentar a profissionalização, mas que algumas empresas deixam de subsidiar ou investir.

“Eu recentemente comecei o MBA graças a Allya, eu sou grata por estar hoje cursando o meu MBA em Gestão de Projetos pelo PECEGE da USP”, expôs Bianca Gouveia nos comentários da Mediação Online.

O depoimento demonstra o impacto que as parcerias podem trazer na vida das pessoas, desde um passeio no cinema com a família no final de semana, até a conquista de um grande objetivo como fazer um curso técnico ou se formar numa faculdade.

Visando à eficiência para a economia do tempo disperso, a tecnologia otimiza a gestão dos recursos ao conectar estabelecimentos a usuários, favorecendo a praticidade inclusive por geo-localização para dinamizar a logística. Hoje, a empresa tem em sua base mais de 380 mil pessoas usuárias, que conta com grandes empresas como a Nestlé, MRV e Americanas.

“Nós sabemos que os Recursos Humanos têm o papel importante de buscar parceria aos seus colaboradores, e que o processo não é rápido. Por isso, propomos a solução para dinamizar o trabalho de forma eficiente, com o acesso a rede que já está consolidada no Brasil”, comenta Gustavo Antonelli, cofundador da Allya.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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