Em tempos de policrise, a profissão de trader aparece como caminho para a liberdade financeira

Em tempos de policrise, a profissão de trader aparece como caminho para a liberdade financeira

Rumo ao primeiro milhão: traders encontram oportunidades na tempestade econômica

Em meio a uma tempestade global sem precedentes, milhões de pessoas ao redor do mundo estão encontrando maneiras de enfrentar a policrise – um conjunto simultâneo de crises – que abala a economia do planeta. A inflação dispara em todo o globo, corroendo o poder de compra. Enquanto isso, as taxas de desemprego aumentam de forma alarmante e a guerra entre Ucrânia e Rússia provoca incertezas e desafios geopolíticos.
Diante dessa turbulência, as percepções tradicionais sobre o trabalho estão mudando radicalmente, especialmente após o mundo experimentar os efeitos da pandemia de Covid-19. Muitos começam a questionar os conceitos tradicionais de emprego, abrindo-se para novas formas de gerar renda. É nesse contexto que cresce o interesse por profissões como a de trader.
Os traders operam nos mercados financeiros, comprando e vendendo ações e outros ativos financeiros. Trabalhando em tempo integral ou parcial, eles buscam lucrar com as variações de preço desses ativos. Em um momento em que o cenário econômico global está tão volátil, esse papel torna-se especialmente desafiador.
“Traders bem-sucedidos são aqueles que, além de dominar aspectos psicológicos como a ansiedade, também conseguem navegar pela volatilidade do mercado”, diz Carlos Reis, CEO da TradeStars. “Eles são capazes de se adaptar rapidamente, identificar oportunidades e tomar decisões com base em informações estratégicas e livres de influências emocionais.”
Criada no Brasil em 2016 com o propósito de ser a maior empresa educacional do mundo no setor financeiro, a TradeStars tem mais de 100 mil alunos em 38 países. Motivados pela liberdade financeira e de um escritório sem limites geográficos, os membros da comunidade TradeStars – que também se reconhecem como uma tribo – aprendem a usar as operações de trade como ferramenta para alcançar objetivos e investimentos que serão responsáveis por gerar renda passiva. Ao ingressar nessa jornada, cada membro faz um único investimento, que lhe garante acesso vitalício a lições práticas e aprendizados financeiros.
Assim, a comunidade TradeStars tece uma rede de apoio, conhecimento e crescimento mútuo, conectando pessoas na busca por um futuro mais próspero e livre para todos os seus membros.

Transição de carreira e viver de renda

Tornar-se trader não é uma decisão a ser tomada de ânimo leve. Exige preparação, estudo e uma compreensão clara dos riscos envolvidos. No entanto, para muitos, é uma oportunidade de ter controle sobre sua própria renda, de aprender sobre os mercados financeiros e de desenvolver uma profissão que possa ser resistente às turbulências econômicas.
O trabalho nada tem de fácil. “Exige dedicação, paciência e capacidade de lidar com o estresse. Deixei para trás uma carreira que há pouco tempo passou por uma sobrecarga enorme com a pandemia da covid-19 e quatro melanomas de pele de um tipo raro”, afirma Elizandra Zanatto de Godin Saldanha, 40 anos, ex-técnica de enfermagem e membro da TradeStars. “Todas essas experiências fazem a gente repensar a vida. Os mercados podem ser voláteis, e é preciso estar preparado para isso, claro. Mas, para mim, é a chance de uma nova vida.”
Apesar dos desafios, muitos veem a jornada como uma oportunidade. “Eu já trabalhava em banco, mas não diretamente com investimentos. E percebi que nem se trabalhasse muito eu alcançaria os meus objetivos. Agora, posso dizer que tenho controle sobre meu futuro financeiro”, diz Pedro Cezar Franco de Moraes, 37 anos, um ex-bancário, que se tornou trader. “Ainda há dias difíceis, é claro, mas os benefícios superam os desafios. Não tenho um plano b. Já fiz a transição e realizei o primeiro passo dessa mudança de vida que foi me mudar para o litoral, onde sempre quis viver.”
Reis resume a situação: “Em um mundo repleto de incertezas, o trading pode oferecer uma oportunidade única de controle da própria vida. Isso não significa que seja fácil, mas para aqueles que estão dispostos a aprender e trabalhar duro, pode ser uma jornada recompensadora.”
“Em um momento de policrise global, muitos estão encontrando no papel do trader uma forma de navegar através da tempestade. Se esses novos profissionais conseguirem enfrentar os desafios e aproveitar as oportunidades, eles poderão manter e aumentar sua própria renda exponencialmente”, finaliza.
Crédito da foto: Unsplash.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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