Poupança segue como investimento mais popular entre os brasileiros

Poupança segue como investimento mais popular entre os brasileiros

Viacredi dá dicas para investir nessa aplicação de baixo risco

Uma das aplicações financeiras mais populares no Brasil, a poupança é conhecida pela segurança e pela facilidade de acesso que oferece. Criada em 1861, a operação pode parecer antiga, mas continua sendo um investimento que vale (muito) a pena, principalmente por ser considerada de baixo risco.

No ano passado, a Caderneta de Poupança registrou valorização de 7,9%, melhor desempenho desde 2016, segundo dados levantados pela TradeMap. O desempenho é considerado o terceiro melhor desde 2008, ficando atrás somente dos anos de 2016 (8,30%), 2015 (8,15%) e 2008 (7,90%). O levantamento considera a rentabilidade da poupança desde o ano de 2000.

“O hábito de poupar, quando desenvolvido, promove a criação de uma reserva financeira. E esta é uma enorme conquista para o ser humano, pois representa a liberdade de escolha do indivíduo, seu poder de negociação e o torna dono de suas próprias escolhas. No ato de poupar, vemos crescer a capacidade de empreender, de gerar renda e de promover o desenvolvimento de toda uma região”, considera o diretor executivo da Viacredi, Vanildo Leoni.

Impacto socioeconômico

Vanildo Leoni.

Para Leoni, a poupança é uma prática altamente social e cooperativista. Isso porque, ao guardar pequenas quantias mensais, as pessoas desenvolvem o saudável hábito de fazer reservas, criando uma disciplina e gerando impacto em diferentes áreas de suas vidas. “Esta pequena atitude, além de promover a educação financeira nas famílias ainda cria a oportunidade de incluí-las ao Sistema Financeiro”, ressalta.

A poupança também gera um movimento econômico que alavanca socialmente o crescimento e desenvolvimento das pessoas impactando toda uma comunidade. “Um exemplo é a geração de recursos destinados ao financiamento da casa própria, que movimenta o círculo virtuoso do cooperativismo, ao impactar todo o setor da construção civil, gerando empregos e realizando o sonho de milhares de pessoas”, sinaliza Leoni.

Outros benefícios apontados pelo diretor da Viacredi, cooperativa do Sistema Ailos, tornam a poupança um investimento ainda mais atraente. Entre eles, os fatos de a caderneta de poupança não possuir vencimento, sendo possível resgatar os investimentos a qualquer momento, e de não cobrar taxação de Imposto de Renda para pessoas físicas. Além disso, é importante destacar que a poupança é uma modalidade de entrada para quem vai iniciar no mundo dos investimentos, que permite começar com qualquer quantia, e nas cooperativas de crédito ainda contam com o retorno das sobras.

 

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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