Pesquisa revela que atendimento ao cliente também deve ser visto como estratégia de negócio

Pesquisa revela que atendimento ao cliente também deve ser visto como estratégia de negócio

Mais de 90% das empresas concordam que estratégias de Customer Experience são importantes, mas não entendem como colocá-las em prática

Toda e qualquer experiência começa no primeiro contato – e quando falamos de uma relação entre marca e cliente este é sempre um ponto delicado. Qualquer atrito ou ruído neste momento pode colocar em risco a conclusão do processo e fazer com que ambos terminem no prejuízo, por isso, criar uma boa experiência para o cliente envolve investir em recursos internamente nesta área. Uma pesquisa recente da consultoria Gartner aponta que mais de 90% das empresas vêem valor em estratégias de Customer Experience (CX), mas têm dificuldades em aplicar o conceito na prática.

De acordo com Irene Silva, CEO da Ellevo, analisando os projetos do  Ellevo Next percebeu-se que o investimento em tecnologia e recursos humanos para extrair valor das ferramentas tecnológicas pode ser um dos fatores que mais prejudicam o sucesso da implantação de novos sistemas para qualificar o atendimento. “Quem nunca se inspirou após uma feira de tecnologia ou assistindo um vídeo no Youtube e percebeu que, na prática, colocar aquela solução para rodar era mais complexo do que imaginado? Uma das formas que percebemos ao longo de quase 20 anos trabalhando com softwares que ajudam empresas a criar experiências fantásticas para seus clientes é que, para ter ênfase na agilidade, é preciso investir em educação de qualidade para quem irá interagir com clientes”, aponta.

O processo de treinamento de quem vai atuar nessa linha de frente também precisa ser criterioso, por isso, é importante uma plataforma que não exija uma adaptação complexa, sem códigos, interações complicadas e capacitações longas e exaustivas.

“Quando as pessoas percebem como a tecnologia irá ajudar a realizar seu trabalho, a transformação começa a permear outros setores da empresa. Quantos e-mails uma área financeira recebe por dia ou por mês? Compras, contas a pagar e receber, ajustes em boletos… Tudo isso, que poderia ficar perdido com conversas de WhatsApp ou e-mails, pode ficar centralizado em uma ferramenta que pode, por exemplo, transformar um e-mail recebido em um ticket, uma resposta de mensagem em um alerta e por aí vai”, exemplifica Irene.

O que se observa na prática é que um negócio competitivo e que gera boas experiências aos clientes precisa, primeiro, envolver os colaboradores no treinamento de forma inteligente e desenvolver processos que eliminem a burocracia. Afinal de contas, ter uma mesma forma de fazer as coisas é diferente de manter ações burocráticas repetidamente. As empresas precisam entender que o futuro da experiência do cliente passa por uma transformação cultural da compreensão sobre a importância do atendimento.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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