Setor de latas de alumínio mantém trajetória sólida e reafirma força no mercado brasileiro

Setor de latas de alumínio mantém trajetória sólida e reafirma força no mercado brasileiro

Com mais de 16 bilhões de unidades comercializadas, mercado consolida Brasil como um dos principais consumidores de latas do mundo

O setor brasileiro de latas de alumínio para bebidas comercializou 16,5 bilhões de unidades, o que corresponde a aproximadamente 6 bilhões de litros entre janeiro e junho de 2025, segundo a Associação Brasileira da Lata de Alumínio (Abralatas). O volume representa um leve aumento em relação ao mesmo período do ano anterior e reforça a estabilidade da embalagem no consumo nacional de bebidas.

Apesar da variação moderada (0,7%) com relação ao ano anterior, os números refletem a manutenção do bom desempenho da embalagem no mercado, especialmente considerando que em 2024 o setor bateu recorde histórico de vendas, com um crescimento expressivo de 7,6%. Mesmo com esse crescimento, o setor considera o cenário incerto diante de um inverno com temperaturas baixas no Sul e Sudeste do Brasil e aposta em um ano com números semelhantes ao do ano anterior.

Com planos de expansão à vista, a indústria de latas reforça a estabilidade observada e a confiança em sua capacidade de crescer de forma sustentável, mantendo o compromisso com a inovação e a entrega de soluções eficientes, principalmente do ponto de vista ambiental.

“Nosso setor continua investindo no Brasil, com melhorias constantes no parque industrial e inclusive com anúncio de novas fábricas. Isso reforça nosso compromisso com o desenvolvimento econômico, a geração de empregos e renda, além do fortalecimento da cadeia de reciclagem”, afirma Cátilo Cândido, presidente-executivo da Abralatas.

Sustentabilidade em destaque

Mais do que números, o setor reforça sua liderança quando o assunto é sustentabilidade. Em 2024, o Brasil alcançou um índice de 97,3% de reciclagem, mantendo a média superior a 95% nos últimos 15 anos. A taxa posiciona o país entre os líderes globais em economia circular e eficiência logística.

A lata de alumínio é também reconhecida como uma das embalagens mais sustentáveis do mundo, com altíssima reciclabilidade e impacto positivo direto na geração de renda para cooperativas e catadores em todo o país, contando com a parceria dos recicladores.

“O crescimento registrado no semestre, ainda que moderado, mostra que a lata de alumínio representa um modelo diferente de produção sustentável. Os índices de reciclagem que o Brasil alcança mostram que é possível conciliar desempenho industrial com compromisso ambiental – e esse é um caminho que o setor continuará a trilhar com responsabilidade e inovação”, conclui Cândido.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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