O cliente não espera: como a resposta rápida fecha negócios

O cliente não espera: como a resposta rápida fecha negócios

Estudo aponta que a agilidade no primeiro atendimento é decisiva nas negociações entre empresas

No mercado corporativo, cinco minutos podem definir o destino de um contrato. É o que mostra o e-book “A Velocidade da Resposta”, elaborado pela Nextcomm com base em estudos sobre comportamento de compra e desempenho comercial. Segundo o material, responder a um novo contato dentro desse intervalo aumenta em até nove vezes as chances de conversão.

O problema é que poucas empresas conseguem reagir com essa rapidez. Em muitos casos, os contatos chegam por canais distintos, sem integração entre equipes, e se perdem no fluxo interno. O resultado é um tempo médio de resposta que ultrapassa uma hora, suficiente para comprometer a venda.

“O primeiro atendimento é como o primeiro aperto de mão. É quando o cliente percebe se a empresa está pronta para recebê-lo”, exemplifica Luiz Santin, CEO da Nextcomm.

Desafio da velocidade

Os levantamentos reunidos pela Nextcomm indicam que 78% dos leads — potenciais clientes que demonstram interesse em um produto ou serviço — fecham com o primeiro fornecedor que responde. Apesar disso, a maioria das empresas ainda depende de processos manuais, em que e-mails e mensagens passam por vários intermediários antes de chegar ao responsável. “A demora entre o clique e o retorno ainda é uma das maiores causas de perda de oportunidades no B2B”, observa Santin.

Para reduzir esse tempo, a empresa desenvolveu a plataforma Next_Chat que transforma o WhatsApp em central corporativa de atendimento, integrada à inteligência artificial. A solução permite criar agentes digitais para funções específicas, como vendas ou suporte, que iniciam o contato em segundos e direcionam automaticamente as conversas para os setores responsáveis.

“A tecnologia garante que ninguém fique sem resposta e que cada oportunidade seja tratada no tempo certo”, explica o executivo.

Em ambientes de alto volume de contatos — como redes de franquias, distribuidores e marketplaces —, a IA funciona como filtro e acelerador de atendimento. Ela qualifica o lead, registra informações e mantém a empresa disponível 24 horas, inclusive fora do horário comercial. “É o mesmo princípio de um balcão movimentado: quem não atende rápido vê o cliente sair pela porta”, diz o CEO da Nextcomm.

Da resposta rápida à cultura da eficiência

Para a Nextcomm, responder em até cinco minutos é apenas o início de uma mudança mais ampla: incorporar a velocidade como valor estratégico. Nesse cenário, a automação permite acompanhar indicadores em tempo real, identificar gargalos e ajustar fluxos de forma autônoma. “Responder rápido é mais do que eficiência. É demonstrar respeito pelo tempo do cliente”, afirma Santin.

Ademais, ao automatizar tarefas repetitivas, a IA libera equipes para atuar em etapas decisivas da venda. “Afinal, a tecnologia não substitui o humano, mas garante que ele chegue a tempo de fazer diferença”, conclui o CEO da Nextcomm.

Quem quiser entender como a velocidade de resposta pode transformar as vendas B2B pode baixar gratuitamente o e-book A Velocidade da Resposta, da Nextcomm, em: https://ebook-velocidade-da-resposta.nextcomm.com.br/

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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