3 em cada 4 brasileiros reconhecem que bancos digitais e fintechs ampliaram o acesso a serviços financeiros

Entre clientes com conta principal, índice chega a 80%
Bancos digitais e fintechs têm desempenhado um papel relevante no aumento da inclusão financeira, segundo avaliação da maioria dos brasileiros bancarizados. É o que revela pesquisa realizada pelo Instituto Locomotiva, encomendada pela 99Pay, conta digital da 99.
De acordo com o levantamento, 74% dos entrevistados afirmam que pessoas de menor renda passaram a acessar serviços financeiros com mais facilidade à medida que essas instituições foram se expandindo no mercado. Na avaliação dos respondentes, o avanço está associado à democratização do acesso a produtos e soluções, proporcionados por essas companhias, antes restritos a uma parcela menor da sociedade.
Esse entendimento é ainda mais forte entre clientes com conta principal em instituições financeiras digitais: para este grupo, o percentual chega a 80%. Já entre aqueles cuja conta principal está em bancos tradicionais, o índice é de 68%.
“A democratização do acesso a serviços financeiros passa, necessariamente, pela simplificação de processos e adaptação das soluções às necessidades mais latentes dos brasileiros. Bancos digitais e fintechs têm desempenhado um papel importante nesse processo por serem instituições capazes de reduzir barreiras e tornar esses serviços acessíveis de forma prática, sem burocracia e melhor custo-benefício para o cliente final”, afirma Marina Beer, Diretora de Marketing da 99Pay.
O recorte de gênero também teve destaque no estudo. Entre as mulheres, 77% afirmam que bancos digitais e fintechs ampliaram o acesso da população de menor renda a serviços financeiros, índice que supera a média nacional da pesquisa. Entre os homens, o percentual foi 71%.
“Quando olhamos para os números, vemos que a inclusão financeira feminina vem se expandindo. Ao ampliar o acesso a serviços financeiros para mulheres de menor renda, bancos digitais e fintechs desempenham um papel fundamental na promoção da autonomia e na redução da desigualdade econômica de gênero”, conclui Marina.
A pesquisa contou com a participação de 1.800 brasileiros bancarizados, com idades entre 18 e 65 anos, de todas as regiões do país. As entrevistas foram realizadas entre 31 de outubro e 14 de novembro de 2025.








