Dia Mundial do Chocolate: consumo cresce e alcança 92,9% dos lares

Dia Mundial do Chocolate: consumo cresce e alcança 92,9% dos lares

Indústria aposta em inovação, variedade e formatos acessíveis para atender diferentes perfis de consumidores

Mesmo que o Brasil não esteja entre os maiores consumidores mundiais, o chocolate já é um item essencial na despensa dos brasileiros. Celebrado em 7 de julho, o Dia Mundial do Chocolate reforça essa paixão nacional e evidencia o avanço do consumo no país. Segundo dados da Kantar Worldpanel, a presença do chocolate nos lares brasileiros passou de 85,5% em 2020 para 92,9% em 2024, enquanto a frequência de consumo semanal cresceu de 56% para 65% no mesmo período.

Dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Amendoim e Balas (ABICAB) mostram que a produção nacional de chocolates alcançou 806 mil toneladas em 2024, mantendo o setor em um patamar elevado, apesar dos desafios enfrentados pela cadeia produtiva. O consumo per capita dos brasileiros também chegou a 3,9 kg por ano, o maior nível dos últimos anos, refletindo uma mudança de comportamento em que o chocolate passa a fazer parte da rotina, e não apenas de ocasiões especiais.

De olho nesse movimento, a Barion aposta na ampliação do consumo cotidiano da categoria e acaba de lançar o Chocobiscuit, produto que combina a crocância do biscoito com uma cobertura de chocolate. A novidade reforça a estratégia da empresa de oferecer opções para diferentes momentos do dia.

“Hoje, o chocolate faz parte de diferentes momentos do dia, seja para uma sobremesa, parte de um lanche ou um presente. Cada vez mais, percebemos que o consumidor busca variedade, qualidade e produtos que caibam em diferentes ocasiões de consumo”, afirma Leonardo Barion, diretor comercial da empresa.

Diversificação acompanha cultura do autocuidado

De olho na diversificação do portfólio e nas novas demandas dos consumidores, a Barion desenvolveu a linha Body On, voltada para quem busca uma alimentação mais equilibrada sem abrir mão do prazer de consumir chocolate. O portfólio inclui rolinhos de wafer proteicos com 10 g de proteína nos sabores chocolate, peanut butter e cookies n’ cream; wafers recheados com 12 g de proteína; sticks de chocolate ao leite sem adição de açúcar; bombons proteicos; e creme de avelã com cacau elaborado com whey protein isolado, também sem adição de açúcar e com 20 g de proteína a cada 100 g.

Dependendo da categoria, os produtos entregam entre 4,3g e 12g de proteína por porção e foram desenvolvidos para diferentes ocasiões de consumo, como lanches intermediários, rotina de trabalho, pós-treino ou momentos em que o consumidor busca uma alternativa prática para complementar a ingestão diária de proteínas.

Como surgiu o Dia Mundial do Chocolate?

O Dia Mundial do Chocolate é tradicionalmente associada à chegada do chocolate à Europa por volta de 1550. Até então, o cacau era consumido principalmente por civilizações mesoamericanas, como maias e astecas, que utilizavam a bebida em cerimônias e rituais. Com sua introdução no continente europeu, o chocolate passou por transformações, ganhou novos ingredientes e se popularizou ao longo dos séculos, tornando-se um dos alimentos mais apreciados no mundo.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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