Como prevenir riscos e perdas no varejo em 2021?

Como prevenir riscos e perdas no varejo em 2021?

Conciliar uma boa gestão para a prevenção de perdas no varejo, pode não ser tarefa fácil. É preciso controlar, avaliar e organizar processos para evitar potenciais prejuízos ou problemas vindos de má estrutura organizacional. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (ABRAPPE) mostram que as perdas representam 1,99% do faturamento líquido e 1,82% do faturamento bruto dos supermercados brasileiros.

Para Claudio Felisoni de Angelo, presidente do Instituto Brasileiro de Executivos do Varejo e Mercado de Consumo (Ibevar), mesmo na pandemia, as pessoas continuam comprando no PDV (Ponto de Vendas) e é preciso que os varejistas estejam preparados para evitar perdas e garantir resultados.

Existem inúmeras situações que podem ocasionar perdas, o que elas têm em comum é que todos esses casos comprometem o lucro do negócio, bem como o capital de giro — necessário para repor as mercadorias que foram perdidas. “Os gestores são os responsáveis em incentivar os colaboradores a acompanharem validade, armazenamento, estoque e exposição dos produtos. A tecnologia também é essencial, como, por exemplo, os softwares que otimizam e ajudam a ter um controle mais rígido desses processos”, comenta Felisoni.

A perda de estoque está entre os principais riscos no comércio. Elas são identificadas quando há diferença entre os números registrados no sistema e a quantidade real. Isso precisa ser controlado pela logística, entendendo o recebimento de mercadoria, a segurança do trabalho, gestão de pessoas e a gestão financeira.

Segundo Felisoni, para combater e eliminar potenciais perdas, reduzir desperdícios, eliminar furtos, fraudes e extravios, diminuir gastos e potencializar os lucros, é necessário se atentar a erros de processos e falhas gerencias. Dentre eles, danos relacionados à manipulação do produto, itens com prazo de validade expirado, mercadoria deteriorada, desvios e fraudes relacionadas à funcionários, entre outros aspectos.

O primeiro passo, de acordo com Felisoni, é ter uma boa equipe de funcionários para gerir os negócios e ter eficiência operacional, pois serão eles que cuidarão de toda a organização, principalmente, no gerenciamento de estoque, que precisa de atenção redobrada. “É interessante fazer uso de programas que auxiliem nessa troca para um controle mais assertivo. Considerar o investimento em uma equipe de segurança, também é fundamental para evitar maiores riscos”, conclui o presidente do Ibevar.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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