Varejo colaborativo pode ser uma saída para se reerguer pós-crise?

Varejo colaborativo pode ser uma saída para se reerguer pós-crise?

O varejo colaborativo já é um termo bem situado entre empresários e empreendedores de diversos ramos da economia. Este modelo de negócios, fundamentado nos princípios básicos da economia colaborativa, tem como principal premissa o compartilhamento e parceria entre marcas, seja no fortalecimento de seus valores, expansão dos seus serviços ou até mesmo na eliminação dos problemas de ambas as empresas.

Para Claudio Felisoni de Angelo (foto), economista e presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR), as lojas colaborativas, assim como o varejo colaborativo, são uma tendência global em detrimento do avanço da tecnologia e, consequentemente, do fortalecimento e expansão do e-commerce pelo país. “Alternativa vantajosa para os empresários e empreendedores dos pequenos e médios comércios para enfrentar as grandes crises econômicas, as lojas colaborativas devem ganhar cada vez mais destaque no cenário nacional, uma vez que, seus serviços contribuem para o aumento da experiência do consumidor, fidelização dos clientes já existentes e consolidação da marca perante seu segmento”, comenta Felisoni.

Este conceito, assim como seus mecanismos e ideais, se tornou grande aliado da economia e dos empreendedores em cenários de recessão econômica. Desta forma, as lojas colaborativas, derivadas exclusivamente da economia compartilhada, também vem ganhando maior destaque no cenário econômico brasileiro, além de se tornarem um excelente meio para o aumento da renda de diversas famílias e neutralização dos efeitos causados pela pandemia e crise no país.

No geral, as lojas colaborativas comercializam em parceria diversos produtos, como: roupas, artigos infantis, artesanatos, acessórios de decoração, móveis, eletrodomésticos etc. “O mix de produtos, a exposição e o compartilhamento do espaço, em conjunto com a divisão dos principais custos para o funcionamento do negócio, são alguns dos fatores que fortalecem a ideia das lojas colaborativas. Além do mais, esses ambientes são lugares ideais para promover a inclusão e diversidade de pessoas, o que corrobora para ser um excelente mecanismo de reestruturação do comércio pós-crise”, observa Felisoni, executivo do Ibevar.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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