Receitas do mercado brasileiro de celulares crescem 3%

Segundo estudo “Brazil Mobile Phone Tracker Q1 2021” desenvolvido e divulgado pela International Data Corporation (IDC), as receitas do mercado brasileiro de celulares cresceram 3% no primeiro trimestre de 2021. Foram vendidos 11,87 milhões de aparelhos, sendo 11,16 milhões smartphones e 706 mil feature phones, os aparelhos com estilo retrô, que não oferecem as mesmas funcionalidades dos smartphones.
As pesquisas desenvolvidas pela IDC são fundamentadas para mais de mil analistas, distribuídos em 110 países, que oferecem aos fornecedores e usuários sua experiência global, regional e local sobre tendências e oportunidades em tecnologia e indústria.
A receita do mercado de celulares no 1º trimestre de 2021 foi de R﹩ 19 bilhões, um acréscimo de 17% em relação ao 1º trimestre de 2020. Desse montante, R﹩ 18,9 bilhões referem-se à venda de smartphones e R﹩ 125,5 milhões de feature phones .
Gadgets e acessórios
Para Pedro Rodrigues, idealizador da Me Salva, franquia especializada em gadgets e acessórios para celulares, o estudo da IDC representa boa oportunidade ao investidor: “Ao optar por um mercado aquecido mesmo diante da crise econômica observada desde o início da pandemia da Covid-19, o investidor se tranquiliza, pois compreende que as expectativas são de prosperidade”, explica.
A Me Salva faz parte do portfolio de marcas do Grupo ATNZO, maior rede de franquias da América Latina, com a gestão de 41 marcas. De acordo com Lucas Atanazio, CEO da ATNZO, desde o começo a empresa se posicionou em um mercado promissor, e investiu na operação simplificada para o franqueado e qualidade e inovação, a preço justo, para o consumidor final.
Um outro ponto que chama a atenção no mercado de celulares, e também faz parte do estudo divulgado pela IDC, é o crescimento dos modelos super premium, com preços a partir de R﹩2 mil, que apresentaram alta de 53% no período. “O consumidor sabe que os aparelhos mais robustos trazem mais benefícios, e apresentam uma tendência a investir mais em acessórios, como capas e películas, e gadgets, como fones e caixas de som bluetooth”, completa Rodrigues.








