Como os tokens não fungíveis funcionam e porque estão mexendo com o mercado financeiro?

Como os tokens não fungíveis funcionam e porque estão mexendo com o mercado financeiro?

Nas últimas décadas, com a revolução da internet, o sistema financeiro teve mudanças, mas nenhuma ganhou proporção tão grande como o blockchain e as criptomoedas. Criptomoedas como Lunes e Bitcoin dentro da pandemia do Covid-19 acabaram afetando o mercado rapidamente. “As criptomoedas descentralizadas têm impulsionado os governos a criarem suas moedas digitais e em um futuro muito próximo teremos cada vez mais países criando suas moedas digitais”, argumenta Lucas Cardeal (foto), CEO da Lunes.

Mas o que são exatamente os Tokens Não Fungíveis (NFTs)? De forma simplificada, é o certificado de propriedade de um bem digital registrado na tecnologia Blockchain, fazendo com que seja inviolável, não pode ser duplicado. Servem para dar a um item específico uma espécie de identidade única, um certificado de autenticidade, como um selo oficial de item raro, e assim garantir a propriedade de criação, seja do dono ou de sua origem. Pode ser obras de artes, músicas, artigos colecionáveis, jóias e até mesmo memes. “O token não fungível traz dois aspectos para ativos digitais e não digital: a possibilidade de tratar Direito de Criação (Intelectual) e Direito de Propriedade juntos em um único elemento”, comenta Cardeal.

Um exemplo de NFT vendido é o primeiro tweet da história, publicado pelo próprio dono da rede social e vendido por 2,5 milhões de dólares. Outro exemplo é o “Disaster Girl”, foto tirada em 2005 que viralizou como meme, vendida por 500 mil dólares em formato de NFT para um estúdio musical em Dubai, o 3F Music. Mesmo que você consiga visualizar o meme, a lógica seria a mesma de ver uma foto da Monalisa: é apenas uma réplica, então só uma pessoa pode ter o status e o prazer de ser a dona do quadro pintado por Leonardo Da Vinci. E os NFTs só tem valor real se o item tokenizado for original.

A Lunes é uma empresa de tecnologia especializada em blockchain, que criou uma criptomoeda também chamada Lunes, e traz em sua plataforma Lunes Collection a possibilidade de criar Tokens, NFTs, fazer registros de autenticidades e transações financeiras descentralizadas. “É uma plataforma multimídia que vem para revolucionar como o mercado do entretenimento se relaciona com consumidores, criadores de conteúdo e investidores de forma inovadora. Somos a primeira plataforma do mundo que reunirá em um único ambiente, conteúdo, diversidade, sinergia e simplicidade, tornando o entretenimento amigável para todos. O usuário poderá consumir Músicas, Vídeos, Cards Colecionáveis, Ilustrações, Games, Livros e Quadrinhos em um único lugar, “finaliza Lucas Cardeal, CEO da Lunes.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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