TIM abre 165 vagas de estágio com foco em mulheres e pessoas negras para atuar em nove estados

TIM abre 165 vagas de estágio com foco em mulheres e pessoas negras para atuar em nove estados

Estão abertas as inscrições para a nova turma do Programa de Estágio da TIM, reformulado no ano passado, tem como uma das premissas a valorização da diversidade para criar um ambiente de trabalho ainda mais inclusivo e inovador. A operadora oferece 165 vagas em diferentes regiões do país, mantendo a meta de preencher metade das posições com pessoas negras. Na edição anterior, 64,8% das vagas disponíveis foram ocupadas por pessoas negras, selecionadas entre mais de 12 mil inscrições.

Em uma evolução do projeto, a TIM pretende ainda destinar, pelo menos, metade das vagas em áreas de tecnologia, como Engenharia e TI, para mulheres universitárias. O objetivo está alinhado ao propósito da operadora de ampliar o acesso de mulheres ao mercado de trabalho, principalmente em carreiras STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática). Além do Programa de Estágio, no contexto das iniciativas com foco na equidade de gênero, a companhia está liderando o projeto Mulheres Positivas, que reúne mais de 30 empresas de diferentes segmentos em uma plataforma digital na qual são divulgadas vagas de trabalho e cursos gratuitos para capacitação de mulheres.

“O Programa de Estágio está alinhado aos compromissos da TIM em seu pilar social de ESG e busca contribuir com a transformação da sociedade. As pessoas negras são 55,8% da população do país, por exemplo, mas ainda não têm representatividade expressiva nas empresas. Mulheres representam apenas 33% das pessoas que se formam em cursos superiores com foco em ciência e tecnologia, segundo dados da Unesco. Repensar critérios e processos que podem significar barreiras de entrada é fundamental. Por isso, desenhamos uma jornada de formação e acompanhamento customizada para estagiários(as) que permite ampliar o acesso ao mercado de trabalho e acelerar o percurso de desenvolvimento” comenta Maria Antonietta Russo, VP de Recursos Humanos da TIM.

Qualquer curso, qualquer faculdade

Desde o ano passado, a TIM flexibilizou o perfil e pré-requisitos do programa: para participar basta que o(a) estudante esteja com matrícula ativa e cursando a faculdade, com previsão de formatura a partir de 2023. Não há restrições relacionadas às instituições de ensino, cursos de graduação e conhecimento de idiomas. Serão valorizadas características como criatividade, empatia, colaboração e mente aberta.

As vagas disponíveis são para a sede da empresa, no Rio de Janeiro, além de escritórios regionais em oito Estados do Brasil. As bolsas têm valores entre R$ 1.350 e R$ 1.500 e os (as) estagiários (as) contam ainda com benefícios como vale transporte, vale alimentação, seguro de vida, assistência médica e odontológica, smartphone com pacote de voz e dados e happy day (folga no dia do aniversário), dentre outros. As inscrições podem ser feitas até dia 18 de outubro no site www.estagiotim.com.br. O processo está sendo realizado com a consultoria Universia.

Acolhimento aprovado, mesmo a distância

Em 2020, além da reformulação do Programa de Estágio com foco em diversidade e inclusão, a TIM teve o desafio de realizar toda a seleção de forma remota. Foram 12.483 inscritos em um processo que incluiu 97 dinâmicas de grupo, 89 painéis de negócios e 786 entrevistas individuais.

Outra novidade foi o modelo de trabalho: pela primeira vez na história da companhia, os estagiários e estagiárias foram recebidos(as) “digitalmente” e seguem atuando de suas casas. Para avaliar essa experiência, a operadora realizou uma pesquisa no final de maio, que apontou o esperado: a nova geração que chega ao mercado está pronta para o chamado “anywhere office”, realizando suas funções de qualquer lugar. Quase 100% dos(as) entrevistados(as) consideraram a chegada positiva e acolhedora e 85% afirmaram que a liderança imediata deixou claro os resultados esperados do seu trabalho. Mesmo sem nunca terem pisado nos escritórios, 96% se sentem “parte da TIM”.

O time de liderança do grupo de estagiários(as) também participou da avaliação, com resultados igualmente positivos. 98% disseram que os(as) novos(as) contratados(as) chegaram engajados(as), 94% relatam que os estudantes estão contribuindo efetivamente com as atividades ou processos da área no formato de trabalho digital e 73% afirmaram que, caso houvesse vaga, já contratariam seus estagiários ou estagiárias.

Mariana Cardoso é uma das estudantes contratadas pela TIM na seleção do ano passado. Cursando Ciências Atuariais, a jovem, de 23 anos, está adaptada à rotina do trabalho remoto, mas sente falta do contato pessoal. Ela acredita, no entanto, que a companhia conseguiu encontrar alternativas para suprir a distância: Quando sonhava em trabalhar em uma empresa como a TIM, eu me imaginava almoçando na companhia das pessoas, saindo com elas depois do trabalho… A pandemia nos tirou isso, mas a empresa tem se esforçado para amenizar o impacto das mudanças por meio de ações criativas de comunicação interna, dos grupos nas redes sociais, das lives e de muitas outras iniciativas que fazem com que eu me sinta próxima aos colegas de trabalho, mesmo sem conhecê-los pessoalmente”.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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