Cartões digitais são alternativa para a falta de chips

Cartões digitais são alternativa para a falta de chips
A escassez global de semicondutores, que já impacta diferentes segmentos como a indústria de computadores, smartphones e o setor automotivo, pode afetar também o mercado de cartões. O alerta é da Smart Payment Association (SPA), associação sem fins lucrativos que reúne os principais fabricantes mundiais de cartões, segundo a qual quase 90% dos pagamentos realizados por consumidores em todo o mundo ainda ocorrem por meio de cartões físicos, que também são essenciais para saque em espécie e para quase dois terços dos pagamentos online.

“Com a escassez global de chips agravada pela pandemia de Covid-19, muitos fabricantes de cartões de pagamento enfrentam dificuldades para produzir cartões. Felizmente, o mercado já dispõe de soluções alternativas para lidar com esse problema”, avalia Daniel Oliveira, CEO da paySmart, uma fintech que desenvolve soluções de meios de pagamento para empresas de diferentes setores e que possibilita o processamento de cartões físicos e virtuais por meio de APIs.

A plataforma paySmart oferece diferentes tipos de cartões (físico, virtual e digital), com e sem contato, para uma experiência única, que independe do meio físico. Isso ajuda os emissores a criarem produtos 100% digitais ou combinarem cartões físicos e digitais, de forma fluída.

A base de tudo é um serviço proprietário de tokenização, o paySmart Token Service Provider (TSP), fornecido por APIs, que permite gerar e validar cartões virtuais dinâmicos. De acordo com Oliveira, os cartões virtuais tokenizados são uma alternativa de baixo custo, segura e fácil de ser implementada, uma vez que todo o controle do ciclo de vida é feito pela paySmart, simplificando o que precisa ser desenvolvido do lado do Emissor.

Para o consumidor, os cartões tokenizados são cartões como outros quaisquer – e podem ser utilizados em qualquer site ou serviço recorrente – mas com um maior nível de segurança. Se um cartão virtual é comprometido, basta cancelá-lo, sem ter que se preocupar com todas as outras compras.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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