Endereço fiscal se torna ponto estratégico para alavancar pequenas e médias empresas

Endereço fiscal se torna ponto estratégico para alavancar pequenas e médias empresas

Para quem quer abrir uma empresa, umas das principais dúvidas é acerca de endereços fiscais, especialmente em se tratando de empresas jovens. Uma outra dúvida é a diferença do endereço fiscal e do endereço comercial, igualmente importantes para o desenvolvimento de qualquer negócio, mas com funções diferentes.

O endereço fiscal é visto como “sede social” das empresas, formalizando os negócios e centralizando a gestão, além dos fins tributários e formais. Ele precisa ser contratado para a abertura ou transferência da empresa e consta em seus documentos oficiais, assim como no CNPJ e no contrato social, além de já contemplar o endereço comercial.

Já o endereço comercial é aquele que aparece em cartões de visita, sites e peças publicitárias, sendo que a empresa ou profissional pode contratá-lo separadamente.  O endereço comercial também dita um certo status da empresa, baseado na sua localização, que pode ser a mesma, ou não, do endereço fiscal.

Nos dois casos é possível que as empresas ou profissionais aluguem salas de reuniões e auditórios para receberem seus clientes e contatos sempre que desejarem.

Para as startups, por exemplo, alugar um espaço próprio para gerenciar suas produções pode ser um passo grande, além de um possível gasto inviável para um primeiro momento. Assim, a tendência é que muitas delas optem por manter suas sedes em coworkings que oferecem seus endereços fiscais e comerciais para as empresas como parte dos pacotes contratados.

Trabalhar em um espaço compartilhado que oferece seu endereço fiscal e/ou comercial, dependendo da necessidade, pode trazer inúmeras vantagens, uma vez que também é possível usufruir de todos os serviços oferecidos dentro de um mesmo ambiente, além de usufruir de uma infraestrutura completa, estabelecer networking e agregar credibilidade à marca.

Segundo censo 2021 da Associação Nacional de Coworkings e Escritórios Virtuais (ANCEV), existem mais de 1600 coworkings ativos nas 100 maiores cidades do Brasil. Apenas em São Paulo, são mais de 500 espaços, mas poucos com localizações privilegiadas. Dentre eles está o , com unidades na Faria Lima e na Av. Paulista, importantes centros de negócios da cidade, e que oferecem três planos diferentes quanto a locação dos endereços fiscal e comercial. Além disso, é possível contratar os planos individualmente ou de forma combinada, de acordo com as necessidades dos profissionais.

Para as pequenas e médias empresas, planos personalizáveis são os mais procurados, por atenderem às necessidades do trabalho híbrido, seja com diárias de escritório ou até mesmo nas áreas comuns, enquanto ainda pode-se manter a estabilidade trazida pelo endereço fiscal e as comodidades de ter todos os documentos centralizados em um único endereço.

“A grande preocupação de quem nos procura é encontrar um endereço e apoio para alavancar seus negócios, independentemente da área de atuação. Oferecer serviços que possam ser combinados e mesclados de diferentes formas ajuda tanto profissionais que estão começando, quanto aqueles mais estáveis. Principalmente após a pandemia, a busca por essa diversificação de formatos contratuais aumentou significativamente”, comenta a diretora de Operações do Club Coworking, Patrícia Coelho.

Crédito da foto: Cleiby Trevisan

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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