75% dos freelancers conseguiram manter e até aumentar suas demandas de trabalho

75% dos freelancers conseguiram manter e até aumentar suas demandas de trabalho

O mundo está prestes a iniciar o terceiro ano de pandemia, um tempo de distanciamento social, cuidados sanitários e trabalho duro para profissionais de todas as áreas. Capturar as tendências do mercado e propor reflexões para orientar os próximos passos é a proposta do Reporte 2021 de Workana, maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. A pesquisa ouviu mais de 13 mil talentos independentes de todo mundo e mostra que a nova era do trabalho já é uma realidade.

Enquanto o desemprego disparou no mercado formal por conta do distanciamento social e atrasos no processo de vacinação, atingindo mais de 12 milhões de brasileiros no final de 2021, de acordo com o IBGE, o cenário entre os profissionais no modelo freelancer é promissor. Quase 75% dos entrevistados viram sua demanda de trabalho se manter ou aumentar durante a pandemia. Sobre o futuro, a expectativa é excelente. Entre os ouvidos 81% dos talentos independentes acreditam que a demanda de projetos deve aumentar nos próximos meses. É o que mostra o Reporte.

Áreas com maior demanda

As quatro áreas que mais têm demandado projetos de talentos independentes são: design e multimídia (35%), tecnologia da informação e programação (30%), redação (16%) e marketing e vendas (12%). Outro dado importante é a satisfação com o trabalho remoto, 85% dos freelancers estão satisfeitos com o modelo e 12% dizem que o formato é indistinto.

A realidade positiva para freelancers que atuam de forma remota hoje é fruto de uma mudança que já estava em marcha antes do surgimento da covid-19. “A pandemia claramente acelerou o processo. Porém, nos atrevemos a dizer que, mesmo se ela não tivesse existido, as mudanças de mentalidade e cultura aconteceriam de qualquer forma”, aposta a cofundadora e COO de Workana Eliana Bracciaforte.

Em muitas organizações, já são mais de 20 meses de testes inevitáveis com formatos de trabalhos remotos, o que fez cair resistências também sobre a integração de freelancers à equipe.

“Preconceitos em relação às diferentes modalidades de trabalho e barreiras foram rompidos para dar origem a uma nova configuração. E, nessa nova realidade, as relações e os vínculos trabalhistas também estão sendo redefinidos, gerando outras formas de responder às necessidades das empresas. Assim, os profissionais independentes começam a ocupar novos espaços”, analisa Bracciaforte.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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