Backoffice: terceirização traz vantagens competitivas para empresas

Backoffice: terceirização traz vantagens competitivas para empresas

Todo empresário sabe que além de se dedicar ao desenvolvimento do próprio negócio, também deve lidar com questões administrativas, jurídicas e do departamento pessoal: o backoffice. Optar por terceirizar determinados processos da organização, deixando-os a cargo de prestadores de serviços especializados, é sempre uma boa ideia, dentre eles contabilidade, organização e processos internos que fazem parte das soluções que muitas empresas acabam confiando a terceiros.

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“As empresas podem contar com soluções terceirizadas neste contexto precisam ser alinhadas com a administração moderna. É fundamental contar com especialistas cujo olhar é mais atento para melhoria dos fluxos dos processos, sempre trabalhando com uma dinâmica melhor e eficaz:

“As soluções são baseadas nas melhores práticas de engenharia de serviços focadas em otimizar o tempo gasto em cada ação para evitar retrabalhos e processos repetitivos. Tudo, evidentemente, escorado em uma visão moderna de aplicações de ferramentas de tecnologia de ponta, como RPA e automação” esclarece Renato Pádua, Gerente Comercial da CWBem.

Mais tempo para focar no core bussines

A terceirização destes processos, por exemplo, significa delegar a gestão administrativa (que exige tempo e constitui dificuldades ao nível legislativo) para manter a concentração no desenvolvimento do negócio em seu core business.

“O mais usual é empresas contratarem terceirização de processos internos quando têm uma equipe de até dez pessoas, agora, empresas de maior porte já perceberam que esta opção traz inúmeras vantagens competitivas e financeiras” aponta Renato.

As razões por optar pela terceirização

São muitos processos a considerar: sobrecarga do departamento de Recursos Humanos, mudanças de regulamentos ou legislação e até falta de conhecimento em questões técnicas ou financeiras. Na terceirização, o líder delega estas tarefas a um especialista.

1. Cumprimento com os regulamentos atuais

O prestador de serviços aplica as leis trabalhistas e acordos coletivos em vigor na empresa, liberando o empregador das atividades quanto às obrigações legais e fiscais: “O empregador possui contratos de trabalho que atendem às regulamentações, considerando todas as variáveis, como demissão. Menos burocracia no cotidiano.”

2. Obtém aconselhamento sobre direito social

Quando um empresário inicia uma atividade com novos colaboradores, deve saber gerir a sua força de trabalho conforme a legislação laboral.

3. Economia de custos

Ao utilizar um provedor externo para gestão interna a empresa otimiza as funções do Departamento de Recursos Humanos.

4. Cumprimento das declarações

Ao terceirizar o backoffice, o prestador de serviço se encarrega de transmitir as informações referentes à previdência social dos empregados e a declaração de imposto de renda a todas as entidades obrigatórias (IRPF, Fisco, etc.).

5. Melhora o desenvolvimento de negócios

Administrar um negócio é complexo e a economia de tempo graças à terceirização dos serviços de backoffice permite que a empresa se dedique no enfrentamento de outros desafios profissionais.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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