Confira os três principais erros das empresas na continuidade de negócios

Confira os três principais erros das empresas na continuidade de negócios

Lidar com interrupções abruptas das operações, das tecnologias críticas ou colapsos devido a falhas, ameaças cibernéticas e/ou parada de fornecedores chaves é um dos piores pesadelos de empresários e executivos em todo o mundo. Com 435% de aumento, ransomware lidera essa preocupação desde 2020, faltam 3 milhões de profissionais em cibersegurança, US$ 800 bilhões é o crescimento estimado no valor do comércio digital até 2024 e 95% de problemas de segurança cibernética começaram por erros humanos, segundo o Global Risk Report 2022 do World Economic Forum (WEF).

Gerenciar os riscos empresariais neste novo contexto de transformação digital e manter os níveis de resiliência tornou-se um macro desafio para empresas e investidores que querem escalabilidade e segurança ao mesmo tempo. Pensando nisso, a Daryus Consultoria, empresa do Grupo Daryus, e altamente especializada em consultoria, terceirização e gerenciamento de Continuidade de Negócios e Gestão de Riscos, está sempre atuando com empresas líderes e buscando diagnósticos e soluções mais customizadas para a realidade de cada organização.

“Independentemente do segmento da empresa, os gestores precisam alinhar a gestão de riscos e continuidade de negócios com todos os setores da organização. É necessário tratar isso com uma visão holística, para identificar e classificar os riscos, minimizando as perdas para o negócio”, afirma Jeferson D’Addario, consultor sênior em riscos e continuidade de negócios, instrutor do Disaster Recovery Institute e CEO do Grupo Daryus.

Confira os principais erros que as empresas devem evitar na gestão de riscos e continuidade de negócios:

#1 – Não educar e preparar os colaboradores

É essencial preparar e educar os colaboradores em todos os níveis, para que eles possam atuar com precisão na identificação, classificação e tratamento dos riscos e para criar os planos de continuidade de negócios (PCN). Pessoas, processos e tecnologias precisam de diagnóstico e atenção especial em um plano de continuidade de negócios. Todos têm responsabilidades, da liderança ao pessoal operacional, para a resiliência sair do papel.

#2 – Não ter um Plano de Continuidade de Negócios (PCN)

O plano de continuidade de negócios é um conjunto de acordos e estratégias para auxiliar e proteger a organização diante de situações de crises ou desastres. É recomendado que a empresa crie um comitê de riscos, juntamente com um profissional especializado na área. Por meio de uma AIN – Análise de Impactos no Negócio (BIA-Bussiness Impact Analysis), será possível identificar quais são os setores mais críticos da empresa e os potenciais impactos que isso pode gerar para o negócio, sempre respeitando o apetite de risco empresarial. Após a construção do plano de continuidade de negócios, é interessante acompanhar as estratégias estabelecidas além de conscientizar as equipes envolvidas no processo.

#3 – Achar que o Plano de Continuidade é coisa do TI

Um Plano de Continuidade de Negócios é corporativo, contemplando pessoas, processos e tecnologias (somente as mais críticas). O assunto deve ser tratado pela liderança das empresas, além de ter uma política de continuidade, planos para a liderança, processos e tecnologias. Um apetite de riscos precisará ser definido e simulações, testes e exercícios darão o condicionamento e maturidade para enfrentar crises ou desastres, minimizando perdas, impactos a imagem e desvalorização do negócio.

“Muitos casos de interrupção das operações tem ocorrido por falhas humanas, ciberameaças, falhas em terceiros ou incidentes com severidade muito alta. Desde interrupções por ramsonware em empresas de energia, rompimento de barragens de rejeito em mineradoras no Brasil e a infraestrutura de governos atacadas por hackers nos EUA e Europa. Temos a necessidade de incorporar a gestão de riscos e continuidade na gestão empresarial moderna, isto está alinhado com ESG e com os requisitos de fundos e investidores em todo o mundo”, finaliza D’Addario.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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