Dia do Cliente: afinal o que ele quer?

Especialista em Customer Experience esclarece pontos essenciais para garantir uma jornada satisfatória dos consumidores

Para celebrar o Dia do Cliente, comemorado neste 15 de setembro, a Co. Aktion, ecossistema de soluções de CX, quer ajudar as empresas que buscam responder a pergunta de milhões: o que o cliente quer, afinal? Agilidade, bom atendimento e eficiência são alguns dos principais pedidos dos usuários quando o assunto é atendimento. Porém, por mais óbvio que possa parecer esse retorno, as empresas ainda demonstram dificuldade em atender às expectativas dos usuários e terão um longo caminho para construir essa relação com seus consumidores.

Uma pesquisa realizada pela Zendesk mostra que 61% dos clientes recorreriam a um concorrente após uma experiência ruim. Se forem duas experiências negativas, o índice aumenta e 76% dos clientes afirmam que não voltariam a se relacionar com a marca. “É preciso colocar o cliente no foco do negócio e entender o que eles precisam. É primordial compreender que esse atendimento seja rápido, fácil e eficiente e, se isso não ocorrer, eles estão dispostos a buscar essa satisfação em outro lugar,” afirma o especialista em CX e CEO da Co.Aktion, Bruno Stuchi.

Segundo o CEO, o consumidor quer ter seu problema resolvido, seja quando há uma demanda – de serviço ou produto – seja quando ele precisar entrar em contato para uma pós-compra para relatar alguma adversidade. “Ter o caso como resolvido não é simplesmente reembolsar um produto que não foi entregue, por exemplo, porque a expectativa do cliente era ter o produto. Então o ideal é envolver-se com a real expectativa dele. Depois disso, considero que temos a ótica de quanto tempo demora para resolver e que emoção você gera neste contato”, explica.

Mesmo que o CX seja uma novidade ainda para diversos empreendedores, mapear a jornada dos usuários deve ser parte fundamental de suas experiências, com tratativas diferentes e resoluções fiéis ao esperado. “Minha dica é começar a olhar para seus clientes como fruto do seu produto, com auxílio de dados e personas estabelecidas, além de apenas números de faturamento final. O cliente espera ser tratado e respeitado de acordo com seus direitos, então tenha um time que saiba exatamente como resolver os problemas, assim, seu usuário poderá se encantar ainda mais com seu negócio”, reforça.

Ainda sobre a pesquisa realizada pela Zendesk, cerca de “83% dos brasileiros querem ajuda ao comprar ou devolver um item; 98% dos clientes gastarão mais com empresas que oferecem sua opção preferida de atendimento ao cliente; e 97% dos consumidores gastarão mais com empresas que personalizam o atendimento ao cliente que oferecem. “Vamos olhar para a jornada do cliente como o grande diferencial de negócio”, concluiu.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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