Joias e relógios guardados em casa são sinônimo de dinheiro no bolso

Despesas de início de ano e a oportunidade de presentear de forma especial aquecem esse mercado

Janeiro já começou, mês que é conhecido por sobrecarregar o orçamento das famílias, com o acúmulo de despesas como os impostos — IPVA, IPTU, escola dos filhos, além do fluxo do dia a dia e o que foi gasto durante as férias.

Hoje em dia, as pessoas fazem contas e, muitas delas, já não buscam mais empréstimos para levantar dinheiro rápido, mas soluções que tenham o menor impacto possível em sua renda mensal.

Segundo Claudia Azevedo Krieger, CFO da Orit, empresa que atua no mercado de compra e de venda de joias e relógios de luxo usados, para 2023, a previsão é de que esse comportamento seja intensificado.

“Em um ambiente de taxas de juros elevadas, com dois dígitos, o recomendável é que se busquem alternativas para conseguir levantar capital e quitar as contas de início de ano que não comprometam a renda mensal das famílias. O dinheiro de muitas famílias está parado dentro de alguma gaveta em casa. A verdade é que é bem comum se ter dentro de uma gaveta qualquer uma joia ou um relógio de luxo que já não usamos há algum tempo; ou porque a peça está quebrada ou incompleta ou porque ela simplesmente já não “combina” conosco. Ao tomar a decisão de vender estas joias e relógios, “esquecidos” na gaveta, além de contribuir para uma economia circular, recebe o dinheiro na hora, paga as suas contas e não vê o valor de suas dívidas multiplicadas com o tempo.” , explica.

Para Claudia, atualmente passa por uma necessidade pontual de dinheiro e tem uma parte de seu patrimônio em joias e relógios de luxo, possui a oportunidade de se livrar das dívidas, mantendo a sua renda mensal. A possibilidade de retorno financeiro com esse tipo de operação é muito grande.

Mudança de comportamento do consumidor e contas no azul

Percebemos que o mercado secondhand além de uma excelente opção para contribuir com o meio ambiente também tem sua importância no cenário econômico e na forma como as pessoas lidam com suas finanças. Não se trata de uma novidade, mas com certeza é uma alternativa para quem ainda não é adepto ao mercado circular.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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