Dasa avança na execução da estratégia dos seus negócios e registra recorde de receita

Resultado foi reflexo do crescimento orgânico das duas unidades de negócios
A Dasa (DASA3), maior rede integrada de saúde do Brasil e única com relevância e capilaridade em toda a cadeia de cuidado com a saúde, divulgou nesta quinta-feira (11/5) os resultados operacionais e financeiros do primeiro trimestre de 2023.
Como reflexo da forte expansão orgânica dos negócios, a companhia inicia 2023 estabelecendo um novo recorde na receita bruta, 12,3% acima da apurada no mesmo período do ano anterior, saindo de R$ 3,4 bilhões para R$ 3,8 bilhões. O crescimento foi impulsionado pela performance das duas unidades de negócio, Hospitais e Oncologia e Diagnósticos e Coordenação de Cuidados.
O avanço da estratégia de otimização da estrutura de capital, focada em construir um modelo sustentável, também fica evidente diante da performance de indicadores como:
- Crescimento expressivo nas duas unidades de negócio: Hospitais e Oncologia (“BU1”) + 16% vs. 1T22, sendo 14% crescimento orgânico; Diagnósticos e Coordenação de Cuidados (“BU2”) + 9% vs. 1T22, ou 19% excluindo o efeito Covid-19 no período, também crescimento orgânico.
- Aumento de 9% do lucro bruto ajustado, que atingiu R$1,1 bilhão neste trimestre
- EBITDA ajustado de R$ 633 milhões, um incremento de 12% vs. o 1T22.
- Continuidade no processo de diluição de despesas, com melhora pelo terceiro trimestre consecutivo.
- Redução de 17% do Capex em relação ao 1T22, alcançada devido ao foco em projetos com alto retorno e em garantir entrega de valor dos investimentos realizados.
- Avanço significativo na consolidação da plataforma digital Nav, dobrando o número de usuários em relação ao 1T22 (7,2 milhões de pessoas cadastradas).
- Desalavancagem pós realização de oferta de ações, finalizada em abril, que levantou R$1,7 bilhão, reduzindo a 3,61x.
“Iniciamos o ano com convicção da capacidade de execução da nossa estratégia, focada em garantir eficiência em nossas operações e otimização da nossa estrutura de capital”, diz Pedro Bueno, presidente da Dasa.
Crescimento nas unidades de negócio
A unidade de Hospitais e Oncologia (BU1) cresceu 16%, sendo 14% orgânico, reflexo de uma taxa de ocupação sustentável (76%) e de maior ticket médio (+10%), impactado pelo incremento do uso de serviços de alta complexidade e pelo crescimento robusto do negócio de oncologia (+ 47% orgânico, em relação ao mesmo período do ano anterior).
A área de Diagnósticos e Coordenação de Cuidados (BU2) também apresentou crescimento robusto da receita, indicativo de ganho de market share, acima dos principais concorrentes lista. O negócio cresceu 9% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, e 19% caso sejam desconsiderados os exames de Covid-19 realizados no 1T22, um crescimento também orgânico.
Além desse novo patamar de crescimento, o trimestre foi marcado por um ganho de eficiência na estrutura das unidades, fazendo com que a margem bruta retornasse a patamares normalizados para este negócio, fechando o em 36,7%.
Plataforma Digital
O Nav, a plataforma digital de saúde integrada da Dasa, finalizou o 1T23 com 7,2 milhões de usuários cadastrados, praticamente o dobro do 1T22. O Nav Pro apresentou crescimento de 51%, em relação ao mesmo período do ano passado e finalizou o trimestre com 41,1 mil médicos cadastrados. Também observamos maior conversão da navegação destes usuários para utilização dos ativos e marcas da rede integrada da Dasa, onde no primeiro trimestre de 2023, tivemos um aumento de aproximadamente 50% dos pacientes acessando produtos na plataforma.
Estrutura de capital
A oferta pública de emissão de ações da companhia, realizada em abril deste, ano captou R$ 1,7 bilhão, usados para reforçar o caixa e acelerar o processo de desalavancagem.
“O atual quadro reflete a consolidação de um histórico de entrega de resultado robusto e consistente da Dasa, além de reforçar a diligência e gestão focada na otimização da estrutura de capital da empresa, objetivando a criação de valor para o acionista. As demais frentes de atuação para redução da alavancagem seguem avançando e trarão bons resultados nos próximos trimestres”, afirma Pedro Bueno.








