Setor solar deve chegar a 1 milhão de empregos acumulados no Brasil ainda em 2023

Setor solar deve chegar a 1 milhão de empregos acumulados no Brasil ainda em 2023

O setor solar fotovoltaico deve alcançar nos próximos meses a marca de 1 milhão de empregos acumulados no Brasil, segundo projeções da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). De acordo com a entidade, o País possui atualmente 32 gigawatts (GW) de potência instalada da fonte solar fotovoltaica, somando as usinas de grande porte e os sistemas de geração própria de energia em telhados, fachadas e pequenos terrenos, o equivalente a 14,7 % da matriz elétrica nacional.

A fonte solar já trouxe ao Brasil, desde 2012, cerca de R$ 155,2 bilhões em novos investimentos, mais de R$ 45,1 bilhões em arrecadação aos cofres públicos e gerou, até o final de julho deste ano, mais de 960 mil empregos acumulados. Com isso, também evitou a emissão de mais de 40,6 milhões de toneladas de CO2 na geração de eletricidade.

Para Harry Neto, head da divisão de energia solar da WEG, fabricante global de equipamentos eletrônicos e fotovoltaicos, a fonte solar continuará a crescer de forma significativa no Brasil, com mais emprego, renda e investimento. “Com uma demanda de energia alta e uma excelente irradiação solar, o país tem perspectivas promissoras de incorporar cada vez mais energia solar à sua matriz energética a médio e longo prazos’, diz.

Já Felipe Santos, diretor comercial pela América Latina da DAH Solar, fabricante de módulos chinesa com atuação desde 2009, que exporta para mais de 100 países e tem o Brasil como seu principal mercado, reforça que, além da geração de emprego, a energia solar é especialmente democrática, pois permite que o usuário final, de todas as classes sociais, produza sua própria energia com mais autonomia, controle e previsibilidade. “Adicionalmente, as demais tecnologias, como os veículos elétricos e o hidrogênio verde, vão impulsionar ainda mais o mercado solar. Com o maior uso de veículos elétricos, por exemplo, haverá aumento de demande por energia renovável. E o hidrogênio verde também abre um leque de novas oportunidades com a energia solar”, conclui.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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