Cooperativismo de crédito avança entre empreendedores em busca de melhores condições de financiamento

Cooperativismo de crédito avança entre empreendedores em busca de melhores condições de financiamento

Sicredi é a segunda instituição em número de pedidos de crédito aprovados para micro e pequenas empresas e MEI

Dono de um escritório de contabilidade em Campinas (SP), Thiago Justiniano procurou o Sicredi, instituição financeira cooperativa, em busca de crédito para investimentos no negócio. “Eu tenho relacionamento com a Sicredi Iguaçu PR/SC/SP, e o formato de atendimento sempre me impressionou bastante, pois é bem diferente dos bancos tradicionais. A cooperativa de fato se preocupa com o negócio do associado e sempre oferece a melhor solução”, destaca.

Assim como o contador, mais empreendedores estão descobrindo os diferenciais das instituições financeiras cooperativas. De acordo com a edição mais recente da pesquisa “O Financiamento dos Pequenos Negócios no Brasil”, realizada pelo Sebrae, o Sicredi é a segunda instituição em número de pedidos de crédito aprovados (17%) para micro e pequenas empresas (MPE) e microempreendedores (MEI). O levantamento engloba os últimos seis meses e ouviu empreendedores de todo o Brasil.

Em julho de 2023, o saldo da carteira de crédito do Sicredi para associados pessoa jurídica somou R$ 62,6 bilhões. Desse saldo de carteira, R$ 23,9 bilhões se referem a associados pessoa jurídica dos subsegmentos de MEI, micro e pequena empresa. A carteira de crédito para pessoa jurídica apenas nos estados do Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro somou R$ 18,4 bilhões em julho de 2023, e R$ 7,4 bilhões dessa carteira estão nos portes de MEI, micro e pequena empresa.

Para o gerente de Desenvolvimento de Negócios da Central Sicredi PR/SP/RJ, Gilson Farias, os números refletem o diferencial de relacionamento próximo com os associados. “Em nossas agências, oferecemos um atendimento consultivo e frequentemente proativo, adaptando-nos às necessidades e aos propósitos de nossos associados e seus negócios. Os empreendedores encontram apoio para suas necessidades de crédito e outras soluções financeiras. Com nossa atuação, possibilitamos o desenvolvimento de empreendimentos, a manutenção e até mesmo a geração de mais empregos. Afinal, o crédito é o motor da economia, e ao impulsionar a capacidade financeira das empresas, oferecemos a elas mais possibilidades de crescimento. Acreditamos que é nesse ciclo virtuoso que uma instituição financeira cooperativa pode fazer a diferença e construir uma sociedade mais próspera”, destaca.

Segundo o empreendedor Thiago Justiniano, essa parceria tem garantido resultados positivos. “O Sicredi está diretamente relacionado ao sucesso da minha empresa, desde a redução de custos com a emissão de boletos até a concessão de crédito para investimentos no meu negócio”, finaliza.

Outro reflexo da alta demanda pelas instituições financeiras cooperativas, como o Sicredi, é a expansão da instituição: nacionalmente, são mais de 2.556 agências e 7 milhões de associados. Até dezembro de 2023, o Sicredi pretende ter concluído a inauguração das 150 agências previstas em seu plano de expansão anual e chegar a 10 milhões de associados até 2025.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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