Como sair do vermelho e juntar dinheiro?

Como sair do vermelho e juntar dinheiro?
Jorge Cardoso, especialista em finanças, ensina como sair do vermelho e juntar dinheiro

Manter o controle das finanças pode ser desafiador em um mundo marcado pelo consumo excessivo, por isso, é essencial entender como equilibrar as contas com estratégias que podem facilitar. Ao administrar seu dinheiro de maneira inteligente, você evita dívidas e constrói uma poupança sólida, garantindo um futuro financeiro mais seguro.

Ao enfrentar desequilíbrios financeiros, a chave para a estabilidade começa com um levantamento de gastos. “Imagine: Salário de R$2.600,00, despesas fixas de R$1.500,00, e despesas variáveis atingindo R$3.000,00, resultando em um déficit de – $1.900,00. Para reverter esse cenário, considere a busca por uma linha de crédito. Avaliar taxas e parcelas é crucial, garantindo que se alinhem ao orçamento, permitindo criar uma reserva de emergência”, relata Jorge Cardoso, CEO da Ensina Banco e especialista em mercado financeiro.

De acordo com Jorge, é extremamente importante renegociar dívidas para limpar o nome e, com isso, recuperar a elegibilidade para linhas de crédito, o que evita complicações, como a perda de documentos importantes. Consultar regularmente o CPF em plataformas como Serasa e SPC é fundamental. Negociar diretamente com instituições financeiras é o próximo passo, ajustando as parcelas de acordo com o orçamento para evitar atrasos.

Para cortar gastos e guardar dinheiro, realize uma análise minuciosa de despesas variáveis. “A revisão de gastos relacionados a hábitos como transporte por aplicativo, pedidos frequentes de delivery e assinaturas de plataformas de streaming, pode revelar áreas que precisam de redução”, indica o especialista.

Além disso, estabelecer uma poupança torna-se imprescindível, mesmo para aqueles com renda mais modesta. Jorge explica que guardar cerca de 30% do salário é uma meta recomendada. Iniciar com uma reserva de emergência em títulos de baixo risco é um primeiro passo. A busca por orientação especializada, como a Análise de Perfil do Investidor (API), é aconselhável para direcionar investimentos e planos de acordo com o perfil individual.

Outro cenário importante a se considerar são as despesas inesperadas, o que destaca a importância de uma reserva de emergência. “Destinar pelo menos 30% da renda para essa reserva, investindo em ativos de baixa volatilidade com liquidez diária, pode ser a chave para lidar com situações emergenciais. Para aqueles que enfrentam dificuldades em poupar, parcelar conscientemente pode ser uma alternativa. Considerar um seguro de vida com cobertura para doenças graves também é uma opção”, ressalta.

No mundo financeiro, contar com a orientação de um especialista é um diferencial. Esses profissionais, com muito conhecimento aprofundado do mercado, personalizam estratégias de acordo com o perfil de cada cliente. “Mantendo uma vigilância constante sobre as oportunidades do mercado, oferecem sugestões alinhadas às necessidades individuais, buscando promover o crescimento patrimonial e reduzir os riscos financeiros”, conclui.

Fonte: Jorge Cardoso / Ensina Banco

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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