Gemü Brasil avança no mercado de hidrogênio verde

Gemü Brasil avança no mercado de hidrogênio verde

Empresa se destaca com soluções inovadoras e parcerias estratégicas para a transição energética no país

Em um momento em que o mundo busca alternativas sustentáveis para a energia, a Gemü Brasil se posiciona como uma referência no mercado de Hidrogênio Verde (H2V). A empresa tem desenvolvido soluções inovadoras para a cadeia de suprimentos de hidrogênio, destacando-se em feiras e eventos do setor.

“Estamos comprometidos em sermos líderes na oferta de soluções para o mercado de Hidrogênio Verde”, afirmou Jinesh Dedhiya,  Chefe de Departamento da Unidade de Negócios – gerente de Segmento da GemüAlemanha. “Nosso portfólio não inclui apenas válvulas, mas também sistemas personalizados que atendem às necessidades específicas do mercado, contribuindo para a descarbonização industrial”.

Pesquisas confirmam que o hidrogênio verde, que é produzido a partir da eletrólise da água através de fontes renováveis de energia como a solar e a eólica, é considerado um vetor energético fundamental na transição para uma economia de baixo carbono. Ele tem o potencial de substituir combustíveis fósseis em diversas indústrias, incluindo a produção de aço e transporte, reduzindo significativamente as emissões de gases de efeito estufa.

A fábrica da Gemü em São José dos Pinhais desempenha um papel fundamental na produção de equipamentos voltados para a transição energética. “Com a nossa engenharia interna e expertise técnica, estamos prontos para apoiar nossos clientes com soluções adequadas para a produção e uso de hidrogênio”, complementou Dedhiya.

Expansão global

Além de atuar no Brasil, a Gemü está expandindo sua presença globalmente, já estabelecendo parcerias na Europa, Américas e Ásia. A empresa já fornece soluções a importantes fabricantes de equipamentos de eletrólise e células de combustível, contribuindo para projetos que visam a produção de hidrogênio verde em larga escala.

A multinacional alemã está comprometida com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental, posicionando-se como um parceiro estratégico na transição para um futuro energético mais verde. Jinesh Dedhiya ressalta que, “ao utilizar fontes de energia renovável, o hidrogênio pode ser uma solução eficaz para reduzir as emissões de carbono. Além disso, o hidrogênio verde pode ser armazenado e utilizado em momentos de alta demanda, aumentando a flexibilidade das redes de energia”.

À medida que o mercado de hidrogênio verde cresce, a Gemü se dedica a adaptar suas tecnologias e inovações para atender às demandas desse setor em expansão. Com um potencial de mercado para o H2V estimado de 1,8 bilhão de toneladas por ano no Brasil, a empresa está pronta para liderar essa transformação, contribuindo para a meta global de neutralidade de carbono até 2050 em busca de  um futuro sustentável para as próximas gerações.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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