Seguro de crédito facilita acesso ao Proex e reduz risco nas exportações

Seguro de crédito facilita acesso ao Proex e reduz risco nas exportações

Seguro de crédito é aceito como garantia pelo programa Proex do Banco do Brasil e tem atraído empresas que buscam ampliar atuação no exterior

Com o aumento do interesse de empresas brasileiras pelo comércio exterior, o Proex (Programa de Financiamento às Exportações) tem ganhado relevância como uma das principais ferramentas públicas de incentivo à exportação. Operado pelo Banco do Brasil com recursos do Tesouro Nacional, o Proex permite que empresas nacionais ofereçam condições competitivas de pagamento aos seus clientes internacionais, sem abrir mão do recebimento à vista.

Neste cenário, a Allianz Trade, líder global em seguro de crédito, destaca como a contratação do seguro de crédito à exportação pode ser a peça-chave para que mais empresas acessem essa linha de apoio, atuando como proteção às empresas e, ao mesmo tempo, atendendo às exigências de garantia do programa.

Como funciona?

O Proex oferece duas modalidades principais: financiamento direto ao exportador ou ao importador (pós-embarque), e equalização de taxas de juros, para alinhar os custos financeiros aos padrões internacionais. No caso do Proex Financiamento, o programa exige garantias que assegurem o pagamento das operações, e o seguro de crédito à exportação é aceito como uma das mais eficientes e ágeis.

De acordo com Luciano Mendonça, diretor comercial da Allianz Trade no Brasil, o seguro de crédito funciona como um facilitador do PROEX por reduzir o risco de crédito e aumentar a confiança dos agentes financeiros envolvidos na operação. “Muitas empresas veem o comércio exterior como uma oportunidade de crescimento, mas esbarram na insegurança sobre o recebimento dos valores e na complexidade para acessar linhas de financiamento. O seguro de crédito resolve essas duas questões ao mesmo tempo: ele protege contra o risco de inadimplência do importador e também cumpre o papel de garantia exigida pelo Banco do Brasil no âmbito do Proex. Com uma apólice do seguro de crédito, o banco sabe que será realmente pago, seja pelo importador ou pela Allianz Trade, no caso de uma inadimplência”, explica.

Segundo o executivo, a Allianz Trade tem observado um aumento na demanda de empresas de médio porte interessadas em exportar com segurança. “Apostar na exportação com apoio do Proex e do seguro de crédito significa ter previsibilidade de caixa e mitigação dos riscos comerciais e políticos. Isso é fundamental para que as empresas possam atuar em novos mercados com mais confiança. Nossa missão é justamente oferecer esse suporte, com análise de risco especializada e um modelo consultivo que orienta o cliente do início ao fim do processo”, acrescenta.

Para quem é indicado?

Podem acessar o Proex empresas com faturamento bruto anual de até R$ 1,3 bilhão, desde que estejam adimplentes com suas obrigações fiscais e tenham operações de exportação enquadradas nas normas do Siscomex. O objetivo principal é receber de forma antecipada e à vista, por meio do programa, apesar de realizar uma venda a prazo. Somado ao seguro de crédito da Allianz Trade, os exportadores ficam cobertos contra riscos como inadimplência, insolvência ou problemas geopolíticos que possam impedir o pagamento.

Para empresas que buscam ampliar suas vendas ao exterior sem comprometer o fluxo de caixa, a combinação entre o Proex e o seguro de crédito representa uma solução estratégica, eficiente e com respaldo técnico. “Nosso papel vai além da cobertura financeira: queremos ser parceiros do crescimento sustentável das empresas brasileiras no comércio internacional”, finaliza Mendonça.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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