Preços da construção variam 0,25% em novembro, segundo menor resultado do ano

Preços da construção variam 0,25% em novembro, segundo menor resultado do ano

Taxa acumulada em 12 meses é de 5,31%

Em novembro, o Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI) variou 0,25%. A taxa é 0,02 ponto percentual (p.p) abaixo da registrada em outubro, que foi 0,27%. Esse foi um dos menores resultados do ano, ficando atrás apenas da taxa registrada em fevereiro (0,23%). O acumulado nos últimos 12 meses ficou em 5,31%, resultado pouco acima dos 5,30% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro de 2024, o índice foi de 0,24%. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em outubro fechou em R$ 1.877,29 passou para R$ 1.882,06 em novembro, sendo R$ 1.075,50 relativos aos materiais e R$ 806,56 à mão de obra.

A parcela dos materiais variou 0,38%, apresentando alta de 0,07 ponto percentual em relação a outubro (0,31%). Já comparada ao índice de novembro de 2024 (0,41%), houve queda de 0,03 ponto percentual. A parcela da mão de obra registrou a menor taxa do ano: 0,09%.

“A mão de obra, com apenas um acordo coletivo captado no mês, registrou a menor taxa do ano: 0,09%, caindo 0,13 ponto percentual em relação a outubro. Em comparação com novembro de 2024, houve alta de 0,08 ponto percentual”, explica o gerente da pesquisa Augusto Oliveira.

De janeiro a novembro os resultados foram: 3,92% (materiais) e 6,75% (mão de obra). Já os acumulados em doze meses ficaram em 4,26% na parcela dos materiais e 6,81% na parcela da mão de obra.

Regiões Sul e Sudeste registram maior variação mensal

As regiões Sul e Sudeste, com alta em todos os estados, ficaram com a maior variação regional em novembro, 0,34%. As demais regiões apresentaram os seguintes resultados: 0,17% (Norte), 0,16% (Nordeste), e 0,14% (Centro-Oeste).

Em novembro, Roraima registra maior alta

Com acordo coletivo firmado nas categorias profissionais, Roraima foi o estado que registrou a maior taxa em novembro, 1,74%.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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