Economia compartilhada vira solução estratégica para finanças em fase de juros elevados

Economia compartilhada vira solução estratégica para finanças em fase de juros elevados

Uso estratégico de frotas compartilhadas permite que empresas preservem o caixa e garantam previsibilidade operacional em setores críticos como agro e mineração

O fechamento do primeiro trimestre consolida-se como o termômetro definitivo para o planejamento empresarial. Com faturamento e contratos já mapeados, este período oferece uma referência real para projetar o desempenho da companhia até dezembro. No entanto, para que as expectativas se confirmem em resultados positivos, a gestão inteligente de recursos logísticos surge como o diferencial entre o lucro e o gargalo operacional, levando em conta o ambiente financeiro marcado por juros elevados para qualquer operação empresarial.

Mais do que um deslocamento, a mobilidade corporativa bem estruturada permite o cumprimento rigoroso de cronogramas sem a necessidade de imobilizar capital em ativos fixos. Ao optar por modelos que dispensam frota própria, as empresas preservam seu capital de giro e eliminam variáveis críticas como manutenção, depreciação de veículos, gestão de combustíveis e encargos de equipes dedicadas.

Essa escolha estratégica determina como o orçamento será trabalhado ao longo do ano e o impacto direto nas receitas. Enquanto frotas próprias exigem um planejamento rígido e oneroso, serviços especializados de transporte oferecem escalabilidade e previsibilidade. Esse modelo “as a service” encurta caminhos, evita improvisos e garante que o que foi projetado no início do ano se materialize no balanço final.

Esses desafios coincidem com a consolidação de um mercado que exige deslocamentos contínuos, em horários variados e, frequentemente, em regiões afastadas dos centros urbanos. Nesse cenário, onde o transporte público ou modelos de transporte convencionais falham em oferecer regularidade, as soluções compartilhadas e orientadas por dados preenchem a lacuna, promovendo o uso racional de veículos e a máxima eficiência logística.

Exclusividade

Fundada em 2017, a Autonomoz desenvolveu tecnologia para gestão de mobilidade corporativa em escala nacional. Por meio de sua plataforma digital, a empresa possibilita que organizações planejem e operem o deslocamento recorrente de seus colaboradores até diferentes unidades de trabalho, com eficiência operacional e acompanhamento em tempo real.

“Mais do que simplesmente acionar um aplicativo de mobilidade, a Autonomoz estrutura operações de transporte planejadas e recorrentes para empresas, garantindo previsibilidade e aderência às necessidades de deslocamento dos colaboradores”, afirma Ariane Monaro, diretora de operações da Autonomoz. Esse modelo reduz situações comuns em serviços voltados ao público em geral, como atrasos, cancelamentos ou indisponibilidade de veículos em horários de maior demanda.

“Nem é preciso dizer que a mobilidade, se não estiver bem organizada dentro da empresa que precisa de transporte de pessoal, irá gerar um efeito em cadeia em todos os seus departamentos, atingindo produtividade”, destaca Leandro Farias, CEO da Autonomoz.

Regularidade e pontualidade

“A proposta da Autonomoz ganhou força nas rotas que exigem regularidade, pontualidade e segurança”, afirma Ariane. Ao criar uma rede de motoristas parceiros apoiada por tecnologia, a empresa passou a entregar previsibilidade e eficiência para setores estratégicos da economia nacional, como ferrovia, energia, mineração e agronegócio.

São áreas que dependem de operações diárias em regiões distantes dos grandes centros. “Nossa plataforma, diferentemente dos app de massa, tem suporte contínuo, 24 horas por dia durante sete dias da semana, e consegue entregar um alto nível de SLA (contrato que define padrões de qualidade, prazos de resposta e resolução de problemas) para o cliente tomador, mesmo em situações extraordinárias”, ressalta Leandro.

Crédito da foto: Canva

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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