Mercado de vidraçaria permite a comercialização de grande variedade de produtos, porém está cada vez mais exigente em termos de concorrência e qualidade

As vidraçarias podem vender para pessoas físicas e jurídicas.
As vidraçarias podem vender para pessoas físicas e jurídicas.

O vidro nos últimos anos tornou-se um elemento indispensável para compor projetos de casas, apartamentos, escritórios e lojas comerciais de forma harmônica e com uma infinidade de variações estéticas. O setor de vidraçaria permite a comercialização de uma grande variedade de produtos, que abrange desde o vidro de utilização mais comum, até especiais, como é o caso dos vidros blindados. O mercado pode ser divido em pessoa física e pessoa jurídica. No mercado de pessoa física encontra-se uma variedade ampla de segmentos que podem ser atendidos, desde o dono de um imóvel que está em fase de construção ou manutenção, até os que envolvem projetos especiais. No segmento de pessoa jurídica pode-se considerar as construtoras, que compram produtos em grande quantidade, além de condomínios habitacionais, lojas comerciais, fábricas, empresas de arquitetura e ambientação, empresas públicas, autarquias e outros segmentos.

Agora o que chama a atenção é que o mercado consumidor das vidraçarias está se tornando cada vez mais exigente em termos de concorrência, qualidade e garantia dos produtos oferecidos. Por isso, os empreendedores precisam se planejar e buscar a melhoria contínua dos materiais utilizados, bem como dos métodos de instalação e montagem de vidraçarias.

Já à localização de uma vidraçaria é fator muito importante para o negócio e deve estar alinhada de acordo com o perfil da clientela. Por isso, vale lembrar que uma boa localização é aquela que favorece o acesso das pessoas, com o menor grau possível de dificuldade. Nesse sentido, a vidraçaria deverá ser instalada próxima ao local de residência do público-alvo, ou em locais de grande frequência de público, que favoreça o estacionamento de veículos e possua boas condições ambientais para uma permanência agradável da clientela. É aconselhável, também, que o empreendedor escolha regiões onde há previsão de construções de residências, novos loteamentos, grandes áreas comerciais, ou ainda nas proximidades de empresas de construção e arquitetura.

Quanto ao investimento para montar uma vidraçaria de pequeno porte, consultores do Sebrae estimam que serão necessários recursos da ordem de R$ 110 mil. Mais da metade desse valor será utilizada para a compra de equipamentos e R$ 25 mil devem ser reservados para capital de giro, a fim de suportar o negócio nos primeiros meses de atividade.

Por último, o empreendedor deve conhecer bem o segmento de vidraçarias e possuir experiência nesse mercado para gerenciar seu negócio de forma estratégica. Realizar parcerias comerciais com empresas e profissionais vinculados ao ramo da construção civil poderá assegurar o crescimento sustentável do negócio.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná. Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social. Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos. Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas. Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005). Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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