Venda de flores deve crescer 15% no Dia das Mães

O consumo per capita de flores no Brasil é baixo.

O Dia das Mães é a data mais importante para o setor florista – produtores, floriculturas, supermercados, decoradores e entidades de classe. As flores mexem com a emoção das pessoas e, para se comunicar com a mãe – um ser tão precioso – este é o melhor gesto. Apesar dos reflexos da crise econômica do País, toda a cadeia deste segmento se preparou positivamente para atender a procura por flores nesta data especial e aposta em um aumento de vendas de 15%, frente do cenário registrado em 2016.

E novidades para encantar as mães não faltarão. Existem muitos lançamentos de produtos que deixarão as mães e os ambientes mais felizes. Entre as rosas – as queridinhas dos brasileiros -, uma nova técnica de tingimento promete atrair todas as atenções. Através deste recurso para tingir plantar, o consumidor terá a disposição as rosas azuis e negras, e ainda compor um buquet de flores com gipsofilas coloridas (que naturalmente é produzida apenas na cor branca).

“O mercado florista estava carente de produtos inovadores, que chamassem a atenção do público. Os decoradores, por exemplo, terão um universo de oportunidades para alavancarem suas vendas nesta data festiva. Com um leque de opções em rosas, eles poderão criar diversos artigos para entregar aos seus clientes, sobretudo, quem trabalha de forma personalizada”, declarou o diretor de produtos da Rosas Reijers, Gustavo Vieira.

A Rosas Reijers é a maior produtora de rosas do País e afirma que as expectativas para o Dia das Mães vão além da quantidade de venda. “Nossa preocupação é atender as demandas desta época com produtos de alta qualidade e durabilidade. Durante todo o ano e para todas as datas especiais, nossos olhos estão voltados para técnica de produção sustentável e, ainda, que traga inovação. O mercado é exigente e nós estamos atentos a essas exigências. Credibilidade e respeito ao consumidor são conceitos que a Rosas Reijers valoriza demais”, disse a engenheira agrônoma da empresa, Camila Reijers. Só nos supermercados, as vendas no Dia das Mães representam um aumento de 100% a 200%.

O consumo de flores tem se popularizado no Brasil, e isso devido aos indicadores socioeconômicos, melhorias no sistema distributivo e da expansão cultural. Agora, enxerga-se as flores como um produto conectado a qualidade de vida, bem-estar e reaproximação da natureza. Entretanto, este consumo per capita no País ainda é baixo quando comparado a Europa – 40% em ocasiões especiais, 20% como presentes e 40% para uso próprio. As duas capitais que mais consomem flores são São Paulo (45%) e Distrito Federal (42%)

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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