42% dos consumidores levarão em conta o desejo da pessoa amada na escolha do presente do Dia dos Namorados

Mais importante do que a utilidade ou a necessidade, o presente do Dia dos Namorados, em 2017, precisará atender ao desejo da pessoa amada. Pelo menos esta é a intenção de 42% dos consumidores entrevistados pela Boa Vista SCC em sua pesquisa sobre Hábitos de Consumido para esta data comemorativa. Outros 35%, no entanto, quando questionados sobre o que consideram mais relevante e de fato influenciará na decisão da compra do presente, disseram que observarão a necessidade ou utilidade do presente. Preço, promoção e desconto, assim como marca e qualidade serão levados em conta por 14% e 9% dos entrevistados, respectivamente.

Na prática, quando questionados sobre qual presente pretendem comprar, 34% disseram que irão optar por roupas e acessórios. O que representa um crescimento de 7p.p. (pontos percentuais) em comparação ao ano anterior. Jantar romântico, ida à shows e cinema também apresentaram crescimento de 7p.p. e ocupam a segunda posição, com 20% das menções. Perfumaria aparece em terceiro lugar com 14%.

De um modo geral, neste Dia dos Namorados, 62% dos entrevistados irão comprar presentes. Em 2016, 56% estavam dispostos a comprar nesta data. Destes, 40% irão gastar mais que o ano passado. 38% o mesmo valor (crescimento de 10p.p.) e 22% menos (uma queda de 11p.p.).

O valor médio do presente apresentou uma queda de 4p.p. na comparação com 2016. Cenário um pouco mais positivo se comparado à queda de 17p.p. observado no ano passado contra 2015. Para esta data, 66% dos consumidores pretendem gastar até R$ 200 (35% até R$ 100 e 31% entre R$ 101 a R$ 200).

65% dos consumidores irão pagar à vista o presente do Dia dos Namorados. Neste ano, o cartão de débito será o principal meio de pagamento, com 46% das menções (contra 34% em 2016). O dinheiro, que ocupava a primeira opção, surge em segundo lugar, com 35% das menções (contra 44% anteriores). 35% dos consumidores irão comprar o presente e pagar de forma parcelada. 84% utilizarão o cartão de crédito, um crescimento de 18p.p. em comparação a 2016, diminuindo a utilização do carnê (de 19% para 9%) e do boleto (de 9% para 4%).

A pesquisa da Boa Vista também constatou que 38% não comprarão presentes. Destes, 52% porque estão endividados e outros 25% porque estão desempregados. Outros 21% não costumam comprar presentes na data.

A pesquisa perguntou ainda o que gostariam de ganhar se pudessem escolher o presente, e, apesar da queda na quantidade de menções registrada neste ano, a maioria representada por 26% gostaria de ganhar uma viagem romântica. Celulares e smartphones ocupam a segunda posição, passando de 1% para 15%. Roupas e acessórios também registraram crescimento na comparação ao ano passado, de 2% para 12%, respectivamente.

Ainda segundo a pesquisa da Boa Vista SCPC, 52% dos consumidores irão concentrar as compras do Dia dos Namorados nas lojas de shoppings, um crescimento de 11p.p. em comparação ao ano passado. Em segundo lugar ficaram as lojas de rua, com 30% das menções. Já o fator determinante para a escolha do local da compra será, para 50%, a qualidade no atendimento, seguido da opção de parcelamento, relevante para 13%.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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