Critérios demográficos norteiam as compras feitas em smartphones no Brasil

Ao longo de um ano, as compras feitas via smartphones no país aumentaram de 21,2% para 32,8%, indicando a importância crescente das compras digitais feitas através de dispositivos móveis. No entanto, as diferenças permanecem entre as linhas demográficas brasileiras.
As mulheres (37,3%) foram muito mais propensas do que os homens (28,5%) para fazer uma compra digital em seu smartphone. O público mais jovem, pessoas entre 18 e 34 anos, lidera o volume de compras nesta modalidade, representando quase metade (48,3%) das transações, contra 11,4% dos compradores digitais com 55 anos ou mais.
A pesquisa também revela que o menor nível socioeconômico (38,2%) de compradores digitais fizeram mais que o dobro do número de compras em seus smartphones em comparação com outros dispositivos (17,5%). Isto se dá devido ao fato de os compradores digitais das classes C, D e E analisados não possuírem internet disponível ou conexão de boa qualidade em casa. Dessa forma, o acesso à rede desse grupo se resumiu aos smartphones, enquanto o das classes A e B brasileira geralmente se restringir mais aos desktops e laptops, o equivalente a 82,5% nos últimos 12 meses.
Dispositivos móveis
“Antes, as pessoas achavam que as conversões ocorriam apenas em computadores e consideravam a publicidade móvel como uma maneira de atrair a atenção de novos clientes em potencial”, diz Ignacio Álvarez Sáez, CGO da Logan. Atualmente, essa mentalidade mudou, já que “um número crescente de compras é feito em dispositivos móveis”.
O diretor geral da Logan no Brasil, Francesco Simeone, explica que a Logan acompanha essas mudanças. “Hoje, oferecemos soluções de aquisição e redirecionamento de usuários para empresas de comércio eletrônico que buscam gerar mais conversões ativando usuários recém-adquiridos, acompanhando usuários ativos e leais e interagindo com usuários adormecidos para convidá-los a retornar”, concluí.








