Três características que um bom sistema de recrutamento e seleção deve ter

Mariana Dias.

Com novas soluções tecnológicas, o setor de Recursos Humanos assume uma abordagem cada vez mais estratégica voltada para a gestão de pessoas e recrutamento inteligente. É neste contexto que a contratação de uma solução de RH inteligente assume um papel fundamental, automatizando as tarefas e priorizando a experiência do candidato, sem deixar de lado o alcance de metas da instituição.

Quando há lacunas importantes para o desenvolvimento organizacional, o RH pode realizar treinamentos a fim de suprir essas necessidades ou realizar novas contratações. Por isso, na hora da estruturação e na tomada de decisões corporativas, é preciso um cuidado especial com a gestão de pessoas e com a formação das equipes.

Abaixo, três características que um bom sistema de RH deve ter:

1. Otimização da eficiência

O esforço operacional empregado no recrutamento é diminuído com a adoção de um bom sistema de RH a fim de centralizar todo o processo, disponibilizando as informações mais facilmente e ajudando na triagem — uma das etapas mais demoradas e trabalhosas. Por isso, o uso de algoritmos baseados em Inteligência Artificial e People Analytics tornam os processos mais afinados e eficientes, aumentando a qualidade das contratações.

2. Redução de custos

Além de tempo, a seleção de profissionais demanda gastos, desde as aplicações de testes até a realização de entrevistas. Uma contratação equivocada sai ainda mais caro para a empresa, que deve arcar com os gastos dos direitos de rescisão e uma nova seleção de talentos. Neste contexto, o uso de uma boa solução de RH, além de automatizar tarefas e otimizar o tempo gasto com o recrutamento, ajuda a fazer uma escolha mais acertada, diminuindo a probabilidade da demissão desse profissional a curto e médio prazos.

3. Estruturação de processos

Para um recrutamento bem-sucedido, é importante estruturar todo o processo, definindo as datas da realização de cada etapa. Com isso, todos os envolvidos ficam cientes do que precisa ser feito, ajudando na coerência do trabalho em equipe e organizando a seleção, além de torná-la mais eficiente.

Portanto, aliando as soluções de RH que mais se encaixam nas metas e estratégias da empresa, as vantagens de seus resultados refletirão na qualidade da formação de equipes e no menor tempo e esforço demandados para esse trabalho. É por meio delas que a equipe vai conseguir fazer um trabalho de maior qualidade e focado nos objetivos corporativos.

O artigo foi escrito por Mariana Dias, que é CEO e cofundadora da Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial e machine learning no Brasil, que conta com clientes como Ambev, Embraer e Quinto Andar.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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