5 dicas para garantir estabilidade financeira

5 dicas para garantir estabilidade financeira

A reforma da previdência tem gerado dúvidas nos trabalhadores num cenário em que o recebimento do benefício integral na aposentadoria está mais difícil. O que fazer com as economias durante os anos de trabalho que restam, visando um futuro de estabilidade financeira ao se aposentar? Previdência privada, tesouro direto, ações, fundos imobiliários… são muitas as opções para aplicar o dinheiro. A questão é: você sabe qual escolher?

“A previdência privada se popularizou quando os bancos começaram a oferecer esse serviço como sendo uma única alternativa viável. A questão é que temos várias alternativas. Muitos clientes que vão atrás da previdência e descobrem o universo de possibilidades ficam impressionados”, destaca Lucas Andreani Penha, sócio da SVN Investimentos, um dos 20 maiores escritórios credenciados da XP Investimentos no país.

Para quem optar pela previdência, mesmo com um vasto leque de opções, Lucas aconselha a migração para uma plataforma aberta de investimentos, com uma assessoria para suas finanças, visando uma previdência privada mais rentável e produtos melhores. “Na SVN, por exemplo, o assessor tem os investimentos alinhados com os interesses do cliente, assim como uma plataforma aberta com diversas gestoras que, em partes, ficam concorrendo entre si para entregar o melhor retorno; logo, o cliente terá a melhor aplicação em previdência”, explica.

Em outras palavras, reforça Lucas, não é ruim ter uma previdência, mas é péssimo ter um fundo de previdência ruim. “A maioria dos fundos paga menos que o título público mais conservador, que é o Tesouro Selic, ou seja, você paga mais caro e recebe menos, o que não é um bom negócio”.

Se você quer investir e não sabe por onde começar, o sócio da SVN Investimentos dá algumas dicas:

DICAS

1 – A regra número 1 é: entenda o objetivo do investimento e o que você está realmente buscando, se vai ser de curto, médio ou longo prazo, se é de risco ou não, se tem liquidez, entre outros fatores.

2 – Avalie alternativas: o mercado de investimentos no Brasil está engatinhando. Muitas vezes, o cliente vê o gerente do banco como a única alternativa. O problema é que o volume de clientes dele é muito grande, não possibilitando um atendimento personalizado. Já os assessores fazem um trabalho mais direcionado à necessidade específica de cada cliente, adequando o melhor investimento, o momento do mercado etc.

3 – Fique de olho: não aceite nenhum investimento que te pague menos que os títulos públicos, que são os mais conservadores do mercado, principalmente quando oferecem um risco maior. No caso dos fundos de previdência, a maioria paga menos.

4 – Diversifique: temos que avaliar o melhor investimento sempre, mas não podemos colocar todo o patrimônio num lugar só. É a analogia de que nunca se deve colocar todos os ovos numa mesma cesta. Temos que diversificar para que os investimentos rendam bem em todas as frentes de modo que dilua entre indexadores, alocando em ativos conservadores até agressivos, mas sempre respeitando o perfil de cada investidor que dirá o percentual em cada classe de investimentos.

5 – Procure por uma assessoria ativa: o investidor comum muitas vezes acorda seis horas da manhã e volta para casa só às oito da noite. Não consegue olhar as viabilidades de investimento, acompanhar as variações. Por isso, temos empresas especializadas que fazem este trabalho. Na SVN, nosso principal objetivo é o cliente. Acreditamos que o sucesso de um assessor de investimentos está atrelado ao sucesso que seu cliente tem, ou seja, quanto maior retorno do cliente, melhor será a experiência dele com o assessor, mais dinheiro ganhará, mais aportes fará e mais amigos irá indicar, assim se forma um ciclo virtuoso.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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