Para que uma empresa se torne mais competitiva é fundamental a adoção de um conjunto de estratégias

Para que uma empresa se torne mais competitiva é fundamental a adoção de um conjunto de estratégias

Um dos maiores desafios hoje de empresários e executivos é saber utilizar a estratégia correta para manter o estabelecimento seja ele comercial, industrial ou de serviços com lucro e acima de tudo competitivo. A verdade é que novos negócios surgem a todo instante e, por isso, investir em estratégias a fim de ganhar vantagem sobre a concorrência é um requisito para se diferenciar e ganhar a preferência dos clientes. Mas só apostar em uma estratégia não é o suficiente. Para que o negócio seja mais competitivo, é fundamental implantar um conjunto de estratégias.

Eu conversei com alguns consultores empresariais e eles me apontaram algumas dicas que se adotadas certamente tornarão a empresa mais competitiva. Em primeiro lugar é fundamental se adaptar à realidade. Muitas empresas querem sobreviver e crescer hoje agindo da mesma forma que faziam no passado. Acontece que o mercado evoluiu, as pessoas mudaram, as tecnologias proporcionam agora novas possibilidades. Portanto, quem quer ser mais competitivo, deve estar de acordo com o que a realidade atual pede.

O segundo ponto é conhecer os seus clientes e concorrentes. Cada vez mais o atendimento e a oferta de produtos e serviços se tornam personalizados. Os consumidores querem receber algo feito para eles, de acordo com as suas necessidades. E o mesmo se pode dizer sobre os concorrentes: competir sem conhecer quem está buscando os mesmos objetivos é um risco enorme. Quando uma empresa conhece os seus concorrentes e mantém esse conhecimento atualizado, ela se torna mais competitiva, pois possui informações que a ajudarão a tomar decisões no tempo correto para não ser surpreendida.

Outro item que não pode faltar quando se fala em competitividade é a inovação. E inovar não significa inventar algo totalmente novo ou mudar um conceito. A inovação pode ser feita com pequenas mudanças. As empresas mais competitivas são aquelas que estão continuamente buscando novas oportunidades e identificando como os produtos, serviços e negócios podem ser melhorados.

Mas é preciso sair da zona de conforto, quebrar paradigmas e enxergar além da realidade vivida pela empresa. A criatividade está envolvida nesse processo, mas se trata muito mais de pesquisar, analisar, descobrir o que está acontecendo e o que o mercado está demandando.

Por fim, é preciso, por vezes, revisar o plano de negócios. Isso por que muitos empresários se enganam ao pensar que um plano de negócios deve ser utilizado apenas na construção de novas empresas, e não serve para negócios que já funcionam. Ao contrário, o plano de negócio é uma excelente ferramenta para repensar um negócio já existente, tornando-o mais coerente com a realidade atual e preparando-o para lidar com o que está por vir.

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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