Gerar receita é o principal objetivo de brasileiros ao organizarem eventos

Gerar receita é o principal objetivo de brasileiros ao organizarem eventos

Uma pesquisa realizada pela Eventbrite, plataforma global de venda de ingressos e tecnologia para eventos, sobre o perfil dos organizadores de eventos no mundo, aponta que a maioria dos brasileiros faz eventos para gerar receita (55%), seguidos por educação/treinamento (45%) e construção de marca (44%), que também são razões comuns.

Segundo a Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta), o segmento foi responsável pela movimentação de mais de um bilhão de dólares no Brasil em 2018, tornando-se uma das atividades que mais movimentam a economia nacional. Isso acontece porque essas instituições trabalham diretamente ligadas aos sonhos das pessoas, seja ele a tão esperada formatura da faculdade, congressos ou momentos de descontração na festa da empresa. Por conta disso, o índice de interessados em iniciar uma carreira consolidada neste âmbito cresceu tanto nos últimos anos, cerca de 30%.

“Com a crise econômica que assolou o mundo nos últimos anos, muitas pessoas viram nos eventos uma alternativa para manter ou aumentar sua renda. E como é um mercado promissor, acabaram ficando e prosperando neste mercado”, pontua a diretoria de marketing da Eventbrite América Latina, Beatriz Oliveira.

Indústria de eventos está saudável

No geral, a indústria nacional de eventos é financeiramente saudável: a grande maioria dos pesquisados diz que esperam que seus orçamentos cresçam este ano. Não surpreendentemente, o marketing é uma área grande para impulsionar o setor. “Mas, quando perguntados sobre seus maiores desafios, os brasileiros dizem que garantir orçamento e angariar patrocinadores são grandes questões … mostrando que, mesmo com orçamentos em expansão, os organizadores sentem tensão financeira”, comenta Beatriz.

As fontes de receita para essas aplicações vêm, na maioria dos casos (74%), da venda de ingressos; seguido por patrocínios (52%). Por esse motivo, alcançar novos participantes é o maior desafio dos promotores e organizadores (66%), que buscam maneiras eficazes de como fazê-lo, seja por marketing ou promoção.

Segundo o levantamento da Eventbrite, o vídeo é o mais popular canal de disseminação e consumo de informação no Brasil – maior do que em qualquer outra região pesquisada pela Eventbrite; seja por meio do Youtube, lives ou gravações para outras mídias sociais. “A maioria dos organizadores de eventos também consideram os vídeos uma das táticas de mídia social mais eficazes, levando, muitas vezes, os participantes e espectadores a discussões, que conquistam, em média, seis vezes mais interações do que os vídeos comuns”. Essa é uma grande oportunidade inexplorada.

Quais métricas você usa para avaliar o sucesso do seu evento?

Métricas Respostas

Taxas gerais de participação – 60.87%

Pesquisas com tecnologia habilitada -37.89%

Pesquisas – 14.29%

Feedback verbal – 64.60%

Monitoramento de mídia social – 54.66%

Menções na imprensa – 18.63%

Rentabilidade – 40.99%

Reincidência de compradores/participantes – 55.28%

Crowdshaping – 2.48%

Dados do participante – 20.50%

Nós não rastreamos métricas – 3.73%

Outro – 2.48%

Mirian Gasparin

Mirian Gasparin, natural de Curitiba, é formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal do Paraná e pós-graduada em Finanças Corporativas pela Universidade Federal do Paraná.Profissional com experiência de 50 anos na área de jornalismo, sendo 48 somente na área econômica, com trabalhos pela Rádio Cultura de Curitiba, Jornal Indústria & Comércio e Jornal Gazeta do Povo. Também foi assessora de imprensa das Secretarias de Estado da Fazenda, da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico e da Comunicação Social.Desde abril de 2006 é colunista de Negócios da Rádio BandNews Curitiba e escreveu para a revista Soluções do Sebrae/PR. Também é professora titular nos cursos de Jornalismo e Ciências Contábeis da Universidade Tuiuti do Paraná. Ministra cursos para empresários e executivos de empresas paranaenses, de São Paulo e Rio de Janeiro sobre Comunicação e Língua Portuguesa e faz palestras sobre Investimentos.Em julho de 2007 veio um novo desafio profissional, com o blog de Economia no Portal Jornale. Em abril de 2013 passou a ter um blog de Economia no portal Jornal e Notícias. E a partir de maio de 2014, quando completou 40 anos de jornalismo, lançou seu blog independente. Nestes 16 anos de blog, mais de 35 mil matérias foram postadas.Ao longo de sua carreira recebeu 20 prêmios, com destaque para o VII Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º e 3º lugar na categoria webjornalismo em 2023); Prêmio Fecomércio de Jornalismo (1º lugar Internet em 2017 e 2016);Prêmio Sistema Fiep de Jornalismo (1º lugar Internet – 2014 e 3º lugar Internet – 2015); Melhor Jornalista de Economia do Paraná concedido pelo Conselho Regional de Economia do Paraná (agosto de 2010); Prêmio Associação Comercial do Paraná de Jornalismo de Economia (outubro de 2010), Destaque do Jornalismo Econômico do Paraná -Shopping Novo Batel (março de 2011). Em dezembro de 2009 ganhou o prêmio Destaque em Radiodifusão nos Melhores do Ano do jornal Diário Popular. Demais prêmios: Prêmio Ceag de Jornalismo, Centro de Apoio à Pequena e Média Empresa do Paraná, atual Sebrae (1987), Prêmio Cidade de Curitiba na categoria Jornalismo Econômico da Câmara Municipal de Curitiba (1990), Prêmio Qualidade Paraná, da International, Exporters Services (1991), Prêmio Abril de Jornalismo, Editora Abril (1992), Prêmio destaque de Jornalismo Econômico, Fiat Allis (1993), Prêmio Mercosul e o Paraná, Federação das Indústrias do Estado do Paraná (1995), As mulheres pioneiras no jornalismo do Paraná, Conselho Estadual da Mulher do Paraná (1996), Mulher de Destaque, Câmara Municipal de Curitiba (1999), Reconhecimento profissional, Sindicato dos Engenheiros do Estado do Paraná (2005), Reconhecimento profissional, Rotary Club de Curitiba Gralha Azul (2005).Faz parte da publicação “Jornalistas Brasileiros – Quem é quem no Jornalismo de Economia”, livro organizado por Eduardo Ribeiro e Engel Paschoal que traz os maiores nomes do Jornalismo Econômico brasileiro.

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