No Dia do Revendedor, profissão é alternativa ao mercado tradicional

Enquanto o varejo tradicional tem sofrido com a instabilidade da economia nacional, com quedas sucessivas nos últimos anos, a venda baseada no contato pessoal entre vendedores e compradores tem crescido e se tornado uma alternativa aos empreendedores.
Por isso, neste Dia do Revendedor, comemorado nesta quinta-feira (20 de junho), a profissão reflete atualmente um cenário de superação de dificuldades como a informalidade e mostra como se consolidou no país. Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o setor de vendas diretas envolve mais de 4,1 milhões de empreendedores independentes, que atuam como revendedores de produtos de diversos segmentos.
Na Andrade Máquinas, principal distribuidora de máquinas de costura industriais e domésticas no país, por exemplo, são mais de 2.000 revendas cadastradas pela empresa em vários estados do Brasil.
De acordo com a gerente de Marketing da Andrade Máquinas, Conceição Rüiz, para ser um bom revendedor, o profissional deve ter qualidades como simpatia, falar bem, noções de contabilidade e conhecimento profundo sobre o produto que vai oferecer ao cliente.
“A importância dos revendedores para a Andrade Máquinas é muito grande. Como não temos contato direto com o consumidor final, é muito significativo este trabalho das revendas para o nosso negócio. Então, nossos revendedores, hoje, são mais do que nossos revendedores, são amigos e parceiros. Somos muito gratos a todos eles”, destacou Conceição.
No fim de cada ano, a empresa sediada em Guarulhos realiza o evento “Andrade & Sansei – Melhores do Ano”, para premiar os melhores revendedores de suas máquinas de costura industriais e domésticas.








